RHC 209626 - DECISAO
O Tribunal manteve a prisão preventiva por entender que o flagrante foi idôneo (art. 302, IV, CPP) e que havia fundamentação concreta nos termos dos arts. 312 e 315 do CPP, em especial a existência de multirreincidência e execuções penais anteriores que indicam risco de reiteração delitiva, tornando insuficientes medidas cautelares diversas e não comprovada a impossibilidade de atendimento médico no estabelecimento prisional para autorizar prisão domiciliar.
- Parties
- Recorrente: LEANDRO FRANKLIN CARDOSO DE MOURA; Manifestante: Ministério Público Federal; Vítima: José Mario Peçanha Gonçalves
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 10 February 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão Denegatória
- Outcome
- Nego provimento ao recurso
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Flagrante Ficto, Habeas Corpus, Prisão Domiciliar, Multirreincidência, Perigo De Reiteração Delitiva
Case Brief
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Parties
LEANDRO FRANKLIN CARDOSO DE MOURA
Recorrente
Ministério Público Federal
Manifestante
José Mario Peçanha Gonçalves
Vítima
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Denegatória
Legal Issues
- 1 validade do flagrante (flagrante ficto)
- 2 fundamentação e idoneidade da prisão preventiva
- 3 substituição da prisão preventiva por prisão domiciliar devido a enfermidade
Ratio Decidendi
O Tribunal manteve a prisão preventiva por entender que o flagrante foi idôneo (art. 302, IV, CPP) e que havia fundamentação concreta nos termos dos arts. 312 e 315 do CPP, em especial a existência de multirreincidência e execuções penais anteriores que indicam risco de reiteração delitiva, tornando insuficientes medidas cautelares diversas e não comprovada a impossibilidade de atendimento médico no estabelecimento prisional para autorizar prisão domiciliar.
Court Disposition
Nego provimento ao recurso
Orders
- Nego provimento ao recurso.
- Publique-se e intimem-se.
Full Case Text
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