RHC 210665 - DECISAO
Negado provimento ao recurso em habeas corpus: o Tribunal de origem fundamentou suficientemente a prisão preventiva com base em prova da materialidade e indícios de autoria (prisão em flagrante durante cumprimento de mandado), na gravidade concreta do crime (homicídio qualificado de agente de segurança e tentativa contra outros), e no modus operandi, o que evidencia periculosidade e justifica a manutenção da custódia para garantia da ordem pública nos termos do art. 312 do CPP; alegações sobre ilegalidade da ação policial e legítima defesa putativa demandam dilação probatória incompatível com o habeas corpus.
- Parties
- Paciente: BRUNO MANOEL GOMES ARCANJO; Órgão Prolator Do Acórdão: Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão; Vítima: MARCELO SOARES DA COSTA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 19 February 2025
- Procedural Posture
- Recurso Em Habeas Corpus / Recurso Ordinário Em Habeas Corpus No Superior Tribunal De Justiça
- Outcome
- Negado provimento ao recurso em habeas corpus; mantida a prisão preventiva de BRUNO MANOEL GOMES ARCANJO.
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Medidas Cautelares Diversas Da Prisão, Legítima Defesa Putativa, Erro De Tipo, Homicídio Qualificado, Periculosidade, Garantia Da Ordem Pública, Supressão De Instância, Prova Pré Constituída
Case Brief
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Parties
BRUNO MANOEL GOMES ARCANJO
Paciente
Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão
Órgão Prolator Do Acórdão
MARCELO SOARES DA COSTA
Vítima
Procedural Posture
Recurso Em Habeas Corpus / Recurso Ordinário Em Habeas Corpus No Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 Existência dos requisitos para decretação e manutenção da prisão preventiva (fumus commissi delicti e periculum libertatis)
- 2 Inadequação do habeas corpus para revolver questões fático-probatórias como suposta ilegalidade da ação policial e excludente de ilicitude (legítima defesa putativa)
- 3 Possibilidade de substituição da prisão preventiva por medidas cautelares diversas
Ratio Decidendi
Negado provimento ao recurso em habeas corpus: o Tribunal de origem fundamentou suficientemente a prisão preventiva com base em prova da materialidade e indícios de autoria (prisão em flagrante durante cumprimento de mandado), na gravidade concreta do crime (homicídio qualificado de agente de segurança e tentativa contra outros), e no modus operandi, o que evidencia periculosidade e justifica a manutenção da custódia para garantia da ordem pública nos termos do art. 312 do CPP; alegações sobre ilegalidade da ação policial e legítima defesa putativa demandam dilação probatória incompatível com o habeas corpus.
Court Disposition
Negado provimento ao recurso em habeas corpus; mantida a prisão preventiva de BRUNO MANOEL GOMES ARCANJO.
Orders
- Negado provimento ao recurso em habeas corpus
- Mantida a prisão preventiva de BRUNO MANOEL GOMES ARCANJO
Full Case Text
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