RHC 211495 - DECISAO
Mantida a prisão preventiva por estar suficientemente fundamentada em elementos concretos dos autos: constatação de periculosidade, modus operandi, reiteração criminosa e apontamentos na ficha criminal que evidenciam risco à ordem pública e à integridade da vítima; adicionalmente, o descumprimento de medidas protetivas e a contemporaneidade dos fatos justificam a medida extrema, sendo incabível o reexame fático-probatório via habeas corpus.
- Parties
- Recorrente: AMARILDO JUNIO PINHEIRO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 20 February 2025
- Procedural Posture
- Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão No Superior Tribunal De Justiça (negado Provimento)
- Outcome
- Nego provimento ao recurso ordinário em habeas corpus.
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Medidas Cautelares, Lei Maria Da Penha, Garantia Da Ordem Pública, Presunção De Inocência, Descumprimento De Medidas Protetivas
Case Brief
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Parties
AMARILDO JUNIO PINHEIRO
Recorrente
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão No Superior Tribunal De Justiça (negado Provimento)
Legal Issues
- 1 legalidade da manutenção da prisão preventiva
- 2 fundamentação idônea para segregação cautelar
- 3 possibilidade de aplicação de medidas cautelares diversas da prisão
Ratio Decidendi
Mantida a prisão preventiva por estar suficientemente fundamentada em elementos concretos dos autos: constatação de periculosidade, modus operandi, reiteração criminosa e apontamentos na ficha criminal que evidenciam risco à ordem pública e à integridade da vítima; adicionalmente, o descumprimento de medidas protetivas e a contemporaneidade dos fatos justificam a medida extrema, sendo incabível o reexame fático-probatório via habeas corpus.
Court Disposition
Nego provimento ao recurso ordinário em habeas corpus.
Orders
- Nego provimento ao recurso ordinário em habeas corpus.
- Cientifique-se o representante do Ministério Público Federal.
Full Case Text
Judgment text and source record
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