HC 973475 - DECISAO
O Superior Tribunal de Justiça não conheceu do habeas corpus porque, na análise preliminar possível em sede de writ, não se identificou ilegalidade flagrante: havia decisão judicial autorizando busca domiciliar e quebra de sigilo de dados; a prisão preventiva foi fundamentada na garantia da ordem pública e na reincidência/conexão do paciente com organização criminosa, fundamentos que, na fase atual, não mostram flagrante ilegalidade; as questões relativas à legalidade das provas exigem dilação probatória e serão apreciadas na instrução criminal; assim, a via do habeas corpus é inadequada para reexame nessa fase, nos termos do art. 210 do Regimento Interno do STJ e da jurisprudência citada.
- Parties
- Paciente: CHERMESON OLIVEIRA DA COSTA; Autoridade Coatora: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 12 March 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Não Conhecimento
- Outcome
- não conheço do habeas corpus
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Ilegalidade De Provas, Quebra De Sigilo De Dados, Busca Domiciliar, Habeas Corpus, Organização Criminosa, Medidas Cautelares Alternativas, Flagrante
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
CHERMESON OLIVEIRA DA COSTA
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE
Autoridade Coatora
Procedural Posture
Habeas Corpus / Não Conhecimento
Legal Issues
- 1 legalidade da obtenção de dados de celular e das provas originárias e derivadas
- 2 fundamentação da prisão preventiva e presença dos requisitos do art. 312 do CPP
- 3 possibilidade de aplicação de medidas cautelares alternativas em substituição à prisão
Ratio Decidendi
O Superior Tribunal de Justiça não conheceu do habeas corpus porque, na análise preliminar possível em sede de writ, não se identificou ilegalidade flagrante: havia decisão judicial autorizando busca domiciliar e quebra de sigilo de dados; a prisão preventiva foi fundamentada na garantia da ordem pública e na reincidência/conexão do paciente com organização criminosa, fundamentos que, na fase atual, não mostram flagrante ilegalidade; as questões relativas à legalidade das provas exigem dilação probatória e serão apreciadas na instrução criminal; assim, a via do habeas corpus é inadequada para reexame nessa fase, nos termos do art. 210 do Regimento Interno do STJ e da jurisprudência citada.
Court Disposition
não conheço do habeas corpus
Orders
- Ante o exposto, com fundamento no art. 210 do Regimento Interno do Superior Tribunal de Justiça, não conheço do habeas corpus.
- Publique-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment