RHC 212493 - DECISAO
A manutenção da prisão preventiva foi justificada pela existência de elementos concretos nos autos que comprovam materialidade e indícios de autoria do homicídio qualificado, pelo modus operandi cruel (vários golpes de picareta desferidos no pescoço da vítima) que evidencia periculosidade e abala a ordem pública, bem como pela insuficiência das medidas cautelares alternativas para garantir a ordem pública; além disso, as alegações de excesso policial e de legítima defesa implicam valoração de matéria fática que não pode ser realizada na via recursal do habeas corpus, razão pela qual foi negado provimento ao recurso.
- Parties
- Recorrente: BRENO CEZAR ALVES; Órgão Prolator Do Acórdão: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO; Juízo De Primeiro Grau: Juízo de Direito da 1ª Vara da comarca de Igarapava/SP
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 13 March 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus (recurso Ordinário) / Decisão De Mérito Pelo Superior Tribunal De Justiça
- Outcome
- recurso improvido
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Gravidade Concreta, Modus Operandi, Legítima Defesa, Maus Tratos Policiais, Audiência De Custódia, Medidas Cautelares Alternativas, Garantia Da Ordem Pública
Case Brief
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Parties
BRENO CEZAR ALVES
Recorrente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO
Órgão Prolator Do Acórdão
Juízo de Direito da 1ª Vara da comarca de Igarapava/SP
Juízo De Primeiro Grau
Procedural Posture
Habeas Corpus (recurso Ordinário) / Decisão De Mérito Pelo Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 fundamentação da prisão preventiva
- 2 gravidade concreta como critério para custódia
- 3 possibilidade de análise de matéria fática em habeas corpus
Ratio Decidendi
A manutenção da prisão preventiva foi justificada pela existência de elementos concretos nos autos que comprovam materialidade e indícios de autoria do homicídio qualificado, pelo modus operandi cruel (vários golpes de picareta desferidos no pescoço da vítima) que evidencia periculosidade e abala a ordem pública, bem como pela insuficiência das medidas cautelares alternativas para garantir a ordem pública; além disso, as alegações de excesso policial e de legítima defesa implicam valoração de matéria fática que não pode ser realizada na via recursal do habeas corpus, razão pela qual foi negado provimento ao recurso.
Court Disposition
recurso improvido
Orders
- Nego provimento ao recurso
- Publique-se
Full Case Text
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