HC 977334 - DECISAO
Não há flagrante ilegalidade capaz de autorizar o conhecimento do habeas corpus; o Tribunal estadual motivou adequadamente o afastamento do princípio da insignificância e a manutenção da prisão preventiva com base em antecedentes e reincidência do paciente, indícios de autoria e risco concreto de reiteração delitiva, justificando a custódia cautelar nos termos do art. 312 do CPP, de modo que o pedido de trancamento e de revogação da prisão não se impôs.
- Parties
- Paciente: VICTOR CHIEREGATE DOS SANTOS; Autoridade Coatora: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 28 March 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento (habeas Corpus Não Conhecido)
- Outcome
- não conheço do habeas corpus
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Princípio Da Insignificância, Reincidência, Furto
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
VICTOR CHIEREGATE DOS SANTOS
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Autoridade Coatora
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento (habeas Corpus Não Conhecido)
Legal Issues
- 1 aplicabilidade do princípio da insignificância
- 2 manutenção da prisão preventiva
- 3 trancamento da ação penal por atipicidade
Ratio Decidendi
Não há flagrante ilegalidade capaz de autorizar o conhecimento do habeas corpus; o Tribunal estadual motivou adequadamente o afastamento do princípio da insignificância e a manutenção da prisão preventiva com base em antecedentes e reincidência do paciente, indícios de autoria e risco concreto de reiteração delitiva, justificando a custódia cautelar nos termos do art. 312 do CPP, de modo que o pedido de trancamento e de revogação da prisão não se impôs.
Court Disposition
não conheço do habeas corpus
Orders
- liminar indeferida (fls. 243-244)
- Publique-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment