RHC 210991 - DECISAO
Concluiu-se que a prisão preventiva do recorrente não foi decretada de ofício, pois houve prévia e anterior provocação do Ministério Público durante a audiência de custódia, e o magistrado, no exercício de sua jurisdição, pode optar por decretar medida cautelar diversa daquela requerida pelo Parquet; assim, não há constrangimento ilegal e o recurso deve ser negado.
- Parties
- Recorrente: SALOMÃO JUNIOR FRANCISCO; Órgão Recorrido: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 28 March 2025
- Procedural Posture
- Recurso Em Habeas Corpus / Decisão De Mérito (nego Provimento)
- Outcome
- nego provimento ao recurso em habeas corpus
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Prisão Em Flagrante, Audiência De Custódia, Medidas Cautelares, Atuação Ex Officio Do Magistrado
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
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Parties
SALOMÃO JUNIOR FRANCISCO
Recorrente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS
Órgão Recorrido
Procedural Posture
Recurso Em Habeas Corpus / Decisão De Mérito (nego Provimento)
Legal Issues
- 1 ilegalidade da decretação de prisão preventiva sem prévia provocação do Ministério Público
- 2 possibilidade de conversão ex officio da prisão em flagrante após Lei n. 13.964/2019
- 3 poder do magistrado de decretar medida cautelar diversa daquela requerida pelo Ministério Público
Ratio Decidendi
Concluiu-se que a prisão preventiva do recorrente não foi decretada de ofício, pois houve prévia e anterior provocação do Ministério Público durante a audiência de custódia, e o magistrado, no exercício de sua jurisdição, pode optar por decretar medida cautelar diversa daquela requerida pelo Parquet; assim, não há constrangimento ilegal e o recurso deve ser negado.
Court Disposition
nego provimento ao recurso em habeas corpus
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
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