HC 994789 - DECISAO
A ordem foi denegada porque não se comprovou nulidade do auto de prisão em flagrante pelo impedimento do advogado, por ausência de demonstração de prejuízo efetivo, e porque a prisão preventiva foi devidamente fundamentada com base em indícios de autoria e materialidade e em elementos concretos que apontam risco à ordem pública e à integridade da vítima (posse de arma de fogo, apreensão de revólver e munições, relatos testemunhais e histórico de ameaças), preenchendo os requisitos dos arts. 312 e 313 do CPP e do art. 20 da Lei 11.340/2006, sendo insuficientes e inadequadas as medidas cautelares diversas da prisão no caso.
- Parties
- Paciente: PEDRO ALENCAR AZEVEDO; Autoridade Coatora: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 15 April 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Impetração Perante O Superior Tribunal De Justiça Após Decisão Denegatória Do Tribunal De Justiça Do Estado De Minas Gerais
- Outcome
- Ordem denegada
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Nulidade Do Auto De Prisão Em Flagrante, Prerrogativas Da Advocacia, Medidas Cautelares, Lei Maria Da Penha
Case Brief
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Parties
PEDRO ALENCAR AZEVEDO
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS
Autoridade Coatora
Procedural Posture
Habeas Corpus / Impetração Perante O Superior Tribunal De Justiça Após Decisão Denegatória Do Tribunal De Justiça Do Estado De Minas Gerais
Legal Issues
- 1 nulidade do auto de prisão em flagrante por impedimento do advogado de acompanhar oitivas
- 2 legalidade e fundamentação da prisão preventiva com base nos arts. 312 e 313 do CPP
- 3 alcance das prerrogativas do advogado na fase policial
Ratio Decidendi
A ordem foi denegada porque não se comprovou nulidade do auto de prisão em flagrante pelo impedimento do advogado, por ausência de demonstração de prejuízo efetivo, e porque a prisão preventiva foi devidamente fundamentada com base em indícios de autoria e materialidade e em elementos concretos que apontam risco à ordem pública e à integridade da vítima (posse de arma de fogo, apreensão de revólver e munições, relatos testemunhais e histórico de ameaças), preenchendo os requisitos dos arts. 312 e 313 do CPP e do art. 20 da Lei 11.340/2006, sendo insuficientes e inadequadas as medidas cautelares diversas da prisão no caso.
Court Disposition
Ordem denegada
Orders
- Denego a ordem.
- Publique-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
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