RHC 214915 - DECISAO
Negou-se provimento ao recurso porque a prisão preventiva estava adequadamente fundamentada em dados concretos (gravidade do crime, lesões e sinais de tortura, múltiplos disparos), o processo tramitava regularmente sem desídia, havia complexidade e pluralidade de réus que justificavam o tempo de instrução, o juiz de primeiro grau vinha revisando periodicamente as prisões preventivas conforme art. 316 do CPP e havia audiência de instrução e julgamento designada, de modo que não se configurou excesso de prazo nem justificativa para substituição por medidas cautelares diversas.
- Parties
- Recorrente/paciente: EMERSON DA SILVA TONATO; Órgão Julgador Recorrido: 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul; Autoridade Coatora: Juiz de Direito da 1ª Vara Criminal da Comarca de Canoas do TJRS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 12 May 2025
- Procedural Posture
- Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão De Mérito Denegação
- Outcome
- Nego provimento ao recurso em habeas corpus
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Excesso De Prazo, Medidas Cautelares Diversas, Garantia Da Ordem Pública, Duração Razoável Do Processo, Complexidade Processual
Case Brief
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Parties
EMERSON DA SILVA TONATO
Recorrente/paciente
3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul
Órgão Julgador Recorrido
Juiz de Direito da 1ª Vara Criminal da Comarca de Canoas do TJRS
Autoridade Coatora
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão De Mérito Denegação
Legal Issues
- 1 excesso de prazo na manutenção da prisão preventiva
- 2 fundamentação idônea do decreto prisional
- 3 possibilidade de substituição da preventiva por medidas cautelares diversas
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao recurso porque a prisão preventiva estava adequadamente fundamentada em dados concretos (gravidade do crime, lesões e sinais de tortura, múltiplos disparos), o processo tramitava regularmente sem desídia, havia complexidade e pluralidade de réus que justificavam o tempo de instrução, o juiz de primeiro grau vinha revisando periodicamente as prisões preventivas conforme art. 316 do CPP e havia audiência de instrução e julgamento designada, de modo que não se configurou excesso de prazo nem justificativa para substituição por medidas cautelares diversas.
Court Disposition
Nego provimento ao recurso em habeas corpus
Orders
- Nego provimento ao recurso em habeas corpus.
- Publique-se.
Full Case Text
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