HC 999195 - DECISAO
Não conheço do habeas corpus porque o STJ não pode admitir o remédio como sucedâneo de recurso próprio e não verificou ilegalidade flagrante apta a autorizar concessão de ofício nos termos do art. 647-A do CPP; além disso, a manutenção da prisão preventiva pela instância de origem está adequadamente fundamentada em fatos concretos (gravidade do crime, modus operandi com uso de arma de fogo de grosso calibre, risco de fuga, e tentativa de influenciar testemunhas), e questões não apreciadas pelo tribunal de origem (como substituição da custódia por medidas alternativas e análise aprofundada da condição do filho do paciente) não podem ser revisadas aqui sem indevida supressão de instância.
- Parties
- Paciente: DIOGO RENAN PASI BIERMANN; Coacusado/acusado: SAMUEL RODRIGUES DE MAGALHAES SOARES; Autoridade Coatora: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SANTA CATARINA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 12 May 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Não Conhecido (decisão De Não Conhecimento)
- Outcome
- Não conheço do habeas corpus.
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Pronúncia, Medidas Cautelares Diversas Da Prisão, Ordem Pública, Conveniência Da Instrução Criminal, Influência Sobre Testemunhas, Proteção Integral Da Criança, Prisão Domiciliar
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
DIOGO RENAN PASI BIERMANN
Paciente
SAMUEL RODRIGUES DE MAGALHAES SOARES
Coacusado/acusado
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SANTA CATARINA
Autoridade Coatora
Procedural Posture
Habeas Corpus / Não Conhecido (decisão De Não Conhecimento)
Legal Issues
- 1 viabilidade do habeas corpus como sucedâneo de recurso próprio
- 2 fundamentação da prisão preventiva
- 3 análise de argumentos sobre proteção da criança e substituição da prisão por medidas alternativas
Ratio Decidendi
Não conheço do habeas corpus porque o STJ não pode admitir o remédio como sucedâneo de recurso próprio e não verificou ilegalidade flagrante apta a autorizar concessão de ofício nos termos do art. 647-A do CPP; além disso, a manutenção da prisão preventiva pela instância de origem está adequadamente fundamentada em fatos concretos (gravidade do crime, modus operandi com uso de arma de fogo de grosso calibre, risco de fuga, e tentativa de influenciar testemunhas), e questões não apreciadas pelo tribunal de origem (como substituição da custódia por medidas alternativas e análise aprofundada da condição do filho do paciente) não podem ser revisadas aqui sem indevida supressão de instância.
Court Disposition
Não conheço do habeas corpus.
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment