RHC 215901 - DECISAO
A corte entendeu que a prisão preventiva foi fundamentada de forma concreta na gravidade do modus operandi, comprovada por depoimentos e imagens, e na necessidade de proteção da vítima (ameças registradas), configurando periculosidade que justifica a manutenção da custódia para garantia da ordem pública nos termos do art. 312 do CPP; assim, medidas cautelares diversas foram reputadas insuficientes e o habeas corpus foi denegado.
- Parties
- Recorrente/paciente: JOÃO LUCAS DE LIMA MARQUES; Órgão Recorrido: 1ª Câmara Especial Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul; Autoridade Coatora: Juízo da 1ª Vara Judicial da Comarca de Getúlio Vargas; Parquet: Ministério Público
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 15 May 2025
- Procedural Posture
- Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão Final Recurso Negado (nego Provimento)
- Outcome
- Nego provimento ao recurso ordinário em habeas corpus; ordem denegada.
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Gravidade Concreta Da Conduta, Medidas Cautelares Diversas Da Prisão, Garantia Da Ordem Pública, Modos Operandi, Prova Da Materialidade E Indícios De Autoria, Proteção Da Vítima, Art. 312 Do CPP, Art. 316 Do CPP, Art. 282, § 6º, Do CPP, Lei N. 12.403/2011, Lei N. 13.964/2019
Case Brief
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Parties
JOÃO LUCAS DE LIMA MARQUES
Recorrente/paciente
1ª Câmara Especial Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul
Órgão Recorrido
Juízo da 1ª Vara Judicial da Comarca de Getúlio Vargas
Autoridade Coatora
Ministério Público
Parquet
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão Final Recurso Negado (nego Provimento)
Legal Issues
- 1 Se presentes os requisitos do art. 312 do Código de Processo Penal para a decretação/manutenção da prisão preventiva
- 2 Se são suficientes medidas cautelares diversas da prisão para resguardar a ordem pública
- 3 Se é admissível, em habeas corpus, o reexame aprofundado de provas e fatos já constantes nos autos
Ratio Decidendi
A corte entendeu que a prisão preventiva foi fundamentada de forma concreta na gravidade do modus operandi, comprovada por depoimentos e imagens, e na necessidade de proteção da vítima (ameças registradas), configurando periculosidade que justifica a manutenção da custódia para garantia da ordem pública nos termos do art. 312 do CPP; assim, medidas cautelares diversas foram reputadas insuficientes e o habeas corpus foi denegado.
Court Disposition
Nego provimento ao recurso ordinário em habeas corpus; ordem denegada.
Orders
- Ordem de habeas corpus denegada.
- Intimem-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
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