RHC 217139 - DECISAO
Negou-se provimento ao recurso porque o processamento do feito apresentava marcha regular sem desídia judicial, parte do lapso temporal decorreu da condição de foragido do acusado e há, nos autos, elementos concretos que justificam a manutenção da prisão preventiva nos termos do art. 312 do CPP (modus operandi, periculosidade e risco de fuga), de modo que não se configurou excesso de prazo nem falta de fundamentação idônea da custódia.
- Parties
- Paciente/recorrente: PAULO HENRIQUE DA SILVA ALVES; Órgão Ministerial/parte Interessada: Ministério Público
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 09 June 2025
- Procedural Posture
- Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Julgamento Colegiado Decisão: Nego Provimento
- Outcome
- nego provimento ao recurso ordinário em habeas corpus
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Excesso De Prazo Na Formação Da Culpa, Medidas Cautelares Diversas Da Prisão, Garantia Da Ordem Pública
Case Brief
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Parties
PAULO HENRIQUE DA SILVA ALVES
Paciente/recorrente
Ministério Público
Órgão Ministerial/parte Interessada
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Julgamento Colegiado Decisão: Nego Provimento
Legal Issues
- 1 excesso de prazo na formação da culpa
- 2 fundamentação concreta da prisão preventiva nos termos do art. 312 do CPP
- 3 possibilidade de substituição da prisão preventiva por medidas cautelares diversas
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao recurso porque o processamento do feito apresentava marcha regular sem desídia judicial, parte do lapso temporal decorreu da condição de foragido do acusado e há, nos autos, elementos concretos que justificam a manutenção da prisão preventiva nos termos do art. 312 do CPP (modus operandi, periculosidade e risco de fuga), de modo que não se configurou excesso de prazo nem falta de fundamentação idônea da custódia.
Court Disposition
nego provimento ao recurso ordinário em habeas corpus
Orders
- Nego provimento ao recurso ordinário em habeas corpus.
- Recomenda-se ao Juízo da Vara Única da Comarca de Maribondo/AL que prossiga com o reexame da necessidade da segregação cautelar, à luz da Lei n. 13.964/2019, e que adote celeridade.
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