HC 1008654 - DECISAO
Denegou-se a ordem porque, em juízo perfunctório, verificou-se que a prisão preventiva estava fundamentada em elementos concretos: materialidade comprovada, indícios veementes de autoria (prisão em flagrante), crime com pena superior a 4 anos e expressiva quantidade de entorpecentes apreendidos (62 unidades, aproximadamente 42,352 kg), suficientes para justificar a medida na garantia da ordem pública, com amparo em precedentes, sendo inaplicáveis as medidas do art. 319 do CPP no caso concreto.
- Parties
- Paciente: RAFAEL GUTHER PONTES LEAL; Autoridade Coatora: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO MARANHÃO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 06 June 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão Monocrática Pelo Relator
- Outcome
- Denego a ordem de habeas corpus.
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Tráfico De Drogas, Medidas Cautelares, Art. 312 Do CPP, Art. 319 Do CPP
Case Brief
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Parties
RAFAEL GUTHER PONTES LEAL
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO MARANHÃO
Autoridade Coatora
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Monocrática Pelo Relator
Legal Issues
- 1 legalidade da prisão preventiva
- 2 necessidade de fundamentação concreta nos termos do art. 312 do CPP
- 3 aplicabilidade de medidas alternativas do art. 319 do CPP
Ratio Decidendi
Denegou-se a ordem porque, em juízo perfunctório, verificou-se que a prisão preventiva estava fundamentada em elementos concretos: materialidade comprovada, indícios veementes de autoria (prisão em flagrante), crime com pena superior a 4 anos e expressiva quantidade de entorpecentes apreendidos (62 unidades, aproximadamente 42,352 kg), suficientes para justificar a medida na garantia da ordem pública, com amparo em precedentes, sendo inaplicáveis as medidas do art. 319 do CPP no caso concreto.
Court Disposition
Denego a ordem de habeas corpus.
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
Full Case Text
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