RHC 214194 - DECISAO
O Superior Tribunal de Justiça não conheceu do habeas corpus porque concluiu que a prisão preventiva foi devidamente fundamentada em elementos concretos (materialidade e indícios de autoria) e na configuração do periculum libertatis, em razão das alegações de que o paciente, valendo-se de prerrogativas profissionais, teria orientado a destruição de provas digitais; assim, medidas cautelares menos gravosas foram consideradas insuficientes e não se verificou ilegalidade patente a justificar a revogação da custódia.
- Parties
- Paciente: IGGO CESAR DA SILVA BARBOSA; Autoridade Coatora: JUÍZO DA VARA CRIMINAL E CRIMES CONTRA A CRIANÇA E O ADOLESCENTE DA COMARCA DE FEIRA DE SANTANA; Órgão a Quo: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA BAHIA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 09 June 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento Pelo Superior Tribunal De Justiça
- Outcome
- Não conhecido o habeas corpus; mantida a prisão preventiva.
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Medidas Cautelares, Embaraço À Investigação, Organização Criminosa, Acordo De Não Persecução Penal, Prerrogativas Da Advocacia, Princípio Da Homogeneidade
Case Brief
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Parties
IGGO CESAR DA SILVA BARBOSA
Paciente
JUÍZO DA VARA CRIMINAL E CRIMES CONTRA A CRIANÇA E O ADOLESCENTE DA COMARCA DE FEIRA DE SANTANA
Autoridade Coatora
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA BAHIA
Órgão a Quo
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento Pelo Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 legalidade e fundamentação da prisão preventiva nos termos do art. 312 do CPP
- 2 possibilidade de substituição da prisão preventiva por medidas cautelares diversas (art. 319 do CPP)
- 3 aplicabilidade do Acordo de Não Persecução Penal (art. 28-A do CPP)
Ratio Decidendi
O Superior Tribunal de Justiça não conheceu do habeas corpus porque concluiu que a prisão preventiva foi devidamente fundamentada em elementos concretos (materialidade e indícios de autoria) e na configuração do periculum libertatis, em razão das alegações de que o paciente, valendo-se de prerrogativas profissionais, teria orientado a destruição de provas digitais; assim, medidas cautelares menos gravosas foram consideradas insuficientes e não se verificou ilegalidade patente a justificar a revogação da custódia.
Court Disposition
Não conhecido o habeas corpus; mantida a prisão preventiva.
Orders
- Não conheço do habeas corpus
- Publique-se
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