RHC 216870 - DECISAO
A prisão preventiva foi mantida porque a decretação está suficientemente fundamentada no descumprimento, pela recorrente, de medidas cautelares impostas à sua liberdade provisória, o que demonstra a necessidade da custódia para assegurar a aplicação da lei penal e a conveniência da instrução; além disso, seria inviável o reexame de matéria fático-probatória no âmbito do habeas corpus e o STJ não pode apreciar questões não examinadas pela instância de origem.
- Parties
- Recorrente: MARIA JACINTA ACOSTA; Órgão Prolator Do Acórdão: TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 06 June 2025
- Procedural Posture
- Recurso Em Habeas Corpus / Decisão De Mérito (nego Provimento)
- Outcome
- nego provimento ao recurso em habeas corpus.
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Medidas Cautelares Diversas Da Prisão, Liberdade Provisória, Descumprimento De Medidas Cautelares, Substituição Da Pena Por Restritiva De Direitos
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
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Parties
MARIA JACINTA ACOSTA
Recorrente
TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO
Órgão Prolator Do Acórdão
Procedural Posture
Recurso Em Habeas Corpus / Decisão De Mérito (nego Provimento)
Legal Issues
- 1 fundamentação da prisão preventiva
- 2 descumprimento de medida cautelar como fundamento da custódia cautelar
- 3 requisitos do art. 312 do CPP
Ratio Decidendi
A prisão preventiva foi mantida porque a decretação está suficientemente fundamentada no descumprimento, pela recorrente, de medidas cautelares impostas à sua liberdade provisória, o que demonstra a necessidade da custódia para assegurar a aplicação da lei penal e a conveniência da instrução; além disso, seria inviável o reexame de matéria fático-probatória no âmbito do habeas corpus e o STJ não pode apreciar questões não examinadas pela instância de origem.
Court Disposition
nego provimento ao recurso em habeas corpus.
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
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