RHC 216926 - DECISAO
Negou-se provimento ao recurso porque a manutenção da prisão preventiva estava devidamente fundamentada em elementos concretos (gravidade das lesões, modus operandi, vítima idosa, reconhecimento, contumácia delitiva e cumprimento de pena em regime aberto) que apontam risco à ordem pública e risco de reiteração, e porque o habeas corpus não é meio adequado para reanalisar autoria, que exige dilação probatória.
- Parties
- Recorrente: JOSE AUGUSTO DA COSTA MORAES; Órgão Julgador De Origem: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 23 June 2025
- Procedural Posture
- Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão (negado Provimento)
- Outcome
- nego provimento ao recurso ordinário
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Garantia Da Ordem Pública, Negativa De Autoria, Dilação Probatória, Excesso De Prazo, Medidas Cautelares Diversas
Case Brief
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Parties
JOSE AUGUSTO DA COSTA MORAES
Recorrente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS
Órgão Julgador De Origem
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão (negado Provimento)
Legal Issues
- 1 Fundamentação do decreto prisional
- 2 Suficiência de indícios de autoria
- 3 Possibilidade de substituição da prisão preventiva por medidas cautelares
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao recurso porque a manutenção da prisão preventiva estava devidamente fundamentada em elementos concretos (gravidade das lesões, modus operandi, vítima idosa, reconhecimento, contumácia delitiva e cumprimento de pena em regime aberto) que apontam risco à ordem pública e risco de reiteração, e porque o habeas corpus não é meio adequado para reanalisar autoria, que exige dilação probatória.
Court Disposition
nego provimento ao recurso ordinário
Orders
- Nego provimento ao recurso ordinário.
- Publique-se.
Full Case Text
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