HC 1009288 - DECISAO

HC 1009288 - DECISAO

Não se conheceu do habeas corpus por entender o relator que a prisão preventiva está devidamente fundamentada na garantia da ordem pública: havia prova da materialidade e indícios de autoria (flagrante com drogas e indícios de comercialização via pix) e, sobretudo, a reiteração delitiva demonstrada pelo intervalo de 15 dias entre liberdade provisória em outro processo por tráfico e novo flagrante, caracterizando situação excepcional que autoriza o indeferimento da prisão domiciliar mesmo diante da condição de gestante e mãe, nos termos do art. 318-A/318-B do CPP e da jurisprudência mencionada.

Parties
Paciente: ELAINE ROSA DE SOUZA; Impetrante: defesa; Tribunal De Origem: Tribunal de Justiça do Estado do Paraná; Acusação/manifestante: Ministério Público Federal
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
01 July 2025
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento (relator)
Outcome
não conheço do presente habeas corpus
Legal Topics
Prisão Preventiva, Prisão Domiciliar, Tráfico De Drogas, Reiteração Delitiva, Art. 318 a Do CPP, Art. 312 Do CPP

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 4 Authorities cited 19 Party arguments 2 Amounts and remedies 2
Sign in to unlock

Parties

ELAINE ROSA DE SOUZA

Paciente

defesa

Impetrante

Tribunal de Justiça do Estado do Paraná

Tribunal De Origem

Ministério Público Federal

Acusação/manifestante

Procedural Posture

Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento (relator)

  1. 1 legalidade da prisão preventiva decretada pelo art. 312 do CPP
  2. 2 cabimento da substituição da prisão preventiva por prisão domiciliar para gestante e mãe de crianças menores (art. 318-A/318-B CPP)
  3. 3 efeito da reiteração delitiva e do descumprimento de medida cautelar anterior sobre a concessão da domiciliar

Ratio Decidendi

Não se conheceu do habeas corpus por entender o relator que a prisão preventiva está devidamente fundamentada na garantia da ordem pública: havia prova da materialidade e indícios de autoria (flagrante com drogas e indícios de comercialização via pix) e, sobretudo, a reiteração delitiva demonstrada pelo intervalo de 15 dias entre liberdade provisória em outro processo por tráfico e novo flagrante, caracterizando situação excepcional que autoriza o indeferimento da prisão domiciliar mesmo diante da condição de gestante e mãe, nos termos do art. 318-A/318-B do CPP e da jurisprudência mencionada.

Court Disposition

não conheço do presente habeas corpus

Orders

  • Não conheço do presente habeas corpus.
  • Intimem-se.