RHC 218368 - DECISAO
A ordem foi denegada porque restou demonstrado o fumus comissi delicti (materialidade e indícios de autoria) e o periculum libertatis em razão da gravidade concreta do tráfico de drogas, do modus operandi e da reincidência do paciente, inclusive com registro de medidas cautelares anteriores insuficientes; assim, os requisitos do art. 312 do CPP estavam presentes e as medidas do art. 319 foram consideradas inadequadas para resguardar a ordem pública.
- Parties
- Paciente/recorrente: MORAIS ARLINDO MUNIZ CAMPOS NETO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 26 June 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Recurso Ordinário Em Habeas Corpus Julgado No Superior Tribunal De Justiça
- Outcome
- ordem denegada
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Tráfico De Drogas, Desobediência, Medidas Cautelares, Reincidência, Garantia Da Ordem Pública
Case Brief
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Parties
MORAIS ARLINDO MUNIZ CAMPOS NETO
Paciente/recorrente
Procedural Posture
Habeas Corpus / Recurso Ordinário Em Habeas Corpus Julgado No Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 legalidade da prisão preventiva com base no art. 312 do CPP
- 2 possibilidade de substituição da prisão preventiva por medidas cautelares do art. 319 do CPP
- 3 uso de antecedentes e atos anteriores para demonstrar risco de reiteração delitiva
Ratio Decidendi
A ordem foi denegada porque restou demonstrado o fumus comissi delicti (materialidade e indícios de autoria) e o periculum libertatis em razão da gravidade concreta do tráfico de drogas, do modus operandi e da reincidência do paciente, inclusive com registro de medidas cautelares anteriores insuficientes; assim, os requisitos do art. 312 do CPP estavam presentes e as medidas do art. 319 foram consideradas inadequadas para resguardar a ordem pública.
Court Disposition
ordem denegada
Orders
- Negou provimento ao recurso ordinário em habeas corpus
- Publique-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
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