RHC 212240 - ACORDAO
A manutenção da prisão preventiva se justifica porque o decreto está fundamentado em elementos concretos extraídos dos autos (prova da existência do crime, indícios suficientes de autoria, periculosidade evidenciada pelo modus operandi), configurando risco à ordem pública nos termos do art. 312 do CPP; além disso, a apreciação da alegação de legítima defesa exige produção probatória incompatível com a via estreita do habeas corpus, não sendo cabível seu reexame nessa fase.
- Parties
- Agravante: GILMAR PIRES DE OLIVEIRA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 02 July 2025
- Procedural Posture
- Agravo Regimental Em Recurso Em Habeas Corpus / Decisão Colegiada Negar Provimento Ao Agravo Regimental
- Outcome
- Negar provimento ao agravo regimental
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Habeas Corpus, Legítima Defesa, Fundamentação Idônea, Garantia Da Ordem Pública
Case Brief
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Parties
GILMAR PIRES DE OLIVEIRA
Agravante
Procedural Posture
Agravo Regimental Em Recurso Em Habeas Corpus / Decisão Colegiada Negar Provimento Ao Agravo Regimental
Legal Issues
- 1 Se a prisão preventiva está devidamente fundamentada em elementos concretos que justifiquem a necessidade de resguardar a ordem pública
- 2 Se a alegação de legítima defesa pode ser analisada na via estreita do habeas corpus
Ratio Decidendi
A manutenção da prisão preventiva se justifica porque o decreto está fundamentado em elementos concretos extraídos dos autos (prova da existência do crime, indícios suficientes de autoria, periculosidade evidenciada pelo modus operandi), configurando risco à ordem pública nos termos do art. 312 do CPP; além disso, a apreciação da alegação de legítima defesa exige produção probatória incompatível com a via estreita do habeas corpus, não sendo cabível seu reexame nessa fase.
Court Disposition
Negar provimento ao agravo regimental
Orders
- Negar provimento ao agravo regimental
Full Case Text
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