RHC 215012 - DECISAO
O STJ não conheceu do recurso ordinário em habeas corpus porque a questão central relativa à substituição da prisão preventiva por prisão domiciliar, fundada na maternidade de criança menor de 12 anos, não foi examinada pelo Tribunal de origem; assim, sua apreciação implicaria supressão de instância. Subsidiariamente, o Tribunal de origem e o Ministério Público demonstraram que a prisão preventiva estava fundamentada nos requisitos do art. 312 do CPP, em especial pelo risco concreto de reiteração delitiva e provas de materialidade e autoria.
- Parties
- Paciente/impetrante: KETLEN SAMARA MARQUES MONTEIRO; Co Investigada: Alana M. Borges; Co Investigado: Sandro da Silva Aragão; Co Investigada: Paola de Carvalho Dutra
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 23 May 2025
- Procedural Posture
- Recurso Em Habeas Corpus / Não Conheço Do Recurso Ordinário Em Habeas Corpus (decisão Do Superior Tribunal De Justiça)
- Outcome
- Não conheço do recurso ordinário em habeas corpus.
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Estelionato (fraude Eletrônica), Lavagem De Dinheiro, Prisão Domiciliar, Supressão De Instância, Reiteração Delitiva
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
KETLEN SAMARA MARQUES MONTEIRO
Paciente/impetrante
Alana M. Borges
Co Investigada
Sandro da Silva Aragão
Co Investigado
Paola de Carvalho Dutra
Co Investigada
Procedural Posture
Recurso Em Habeas Corpus / Não Conheço Do Recurso Ordinário Em Habeas Corpus (decisão Do Superior Tribunal De Justiça)
Legal Issues
- 1 Legalidade da prisão preventiva à luz do art. 312 do CPP
- 2 Possibilidade de substituição por prisão domiciliar por ser mãe de criança menor de 12 anos (art. 318, V, CPP)
- 3 Limites do habeas corpus quando matéria não examinada pelo Tribunal de origem (supressão de instância; Súmula 691 STF)
Ratio Decidendi
O STJ não conheceu do recurso ordinário em habeas corpus porque a questão central relativa à substituição da prisão preventiva por prisão domiciliar, fundada na maternidade de criança menor de 12 anos, não foi examinada pelo Tribunal de origem; assim, sua apreciação implicaria supressão de instância. Subsidiariamente, o Tribunal de origem e o Ministério Público demonstraram que a prisão preventiva estava fundamentada nos requisitos do art. 312 do CPP, em especial pelo risco concreto de reiteração delitiva e provas de materialidade e autoria.
Court Disposition
Não conheço do recurso ordinário em habeas corpus.
Orders
- Não conheço do recurso ordinário em habeas corpus.
- Intimem-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment