RHC 217390 - DECISAO
A manutenção da prisão preventiva foi considerada devidamente fundamentada nas instâncias ordinárias e pelo STJ em razão de indícios concretos de participação da recorrente em associação ao tráfico de drogas, possível posição de comando no grupo, reincidência e risco de reiteração, bem como pela necessidade de garantia da ordem pública e pela ausência de comprovação dos requisitos que autorizariam a prisão domiciliar (filha maior de 12 anos e falta de prova de ser única responsável pelos dependentes), de modo que não se reconheceu ilegalidade flagrante apta a relaxar a custódia cautelar.
- Parties
- Recorrente/paciente: ANDRESSA DE OLIVEIRA WITZEL; Órgão Coator: Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul; Parte Interessada (oposição): Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 05 August 2025
- Procedural Posture
- Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão Denegatória No Superior Tribunal De Justiça
- Outcome
- Nego provimento ao presente recurso ordinário em habeas corpus
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Prisão Domiciliar, Tráfico De Drogas, Associação Para O Tráfico, Garantia Da Ordem Pública, Art. 312 Do CPP, Art. 318, V Do CPP, Contemporaneidade Da Custódia
Case Brief
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Parties
ANDRESSA DE OLIVEIRA WITZEL
Recorrente/paciente
Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul
Órgão Coator
Ministério Público Federal
Parte Interessada (oposição)
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão Denegatória No Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 legalidade e fundamentação da prisão preventiva
- 2 carácter excepcional da custódia cautelar e requisitos do art. 312 do CPP
- 3 possibilidade de substituição por medidas cautelares diversas (art. 319 CPP)
Ratio Decidendi
A manutenção da prisão preventiva foi considerada devidamente fundamentada nas instâncias ordinárias e pelo STJ em razão de indícios concretos de participação da recorrente em associação ao tráfico de drogas, possível posição de comando no grupo, reincidência e risco de reiteração, bem como pela necessidade de garantia da ordem pública e pela ausência de comprovação dos requisitos que autorizariam a prisão domiciliar (filha maior de 12 anos e falta de prova de ser única responsável pelos dependentes), de modo que não se reconheceu ilegalidade flagrante apta a relaxar a custódia cautelar.
Court Disposition
Nego provimento ao presente recurso ordinário em habeas corpus
Orders
- Nego provimento ao presente recurso ordinário em habeas corpus.
- Publique-se.
Full Case Text
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