RHC 219622 - DECISAO
Mantém-se a prisão preventiva porque há elementos concretos e fundados (reincidência específica, informações prévias, comportamento do recorrente ao dispensar invólucro ao avistar a polícia e apreensões de entorpecentes, dinheiro e objetos relacionados ao tráfico) que evidenciam risco de reiteração criminosa e justificam a garantia da ordem pública; em cognição sumária não se verifica flagrante ilegalidade na entrada no domicílio diante da fundada suspeita e da presunção de legitimidade da versão policial; e não há nulidade na audiência de custódia, pois o assistido esteve assistido pela Defensoria Pública e não demonstrou prejuízo, nos termos do art.563 do CPP, razão pela qual se negou...
- Parties
- Impetrante: VITOR EDUARDO MARTINS MACHADO; Órgão Recorrido: Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul; Parte Interveniente: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 13 August 2025
- Procedural Posture
- Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão Negado Provimento (julgamento No Superior Tribunal De Justiça)
- Outcome
- Nego provimento ao recurso ordinário em habeas corpus.
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Ilegalidade De Busca Domiciliar, Nulidade Por Ausência De Advogado Na Audiência De Custódia, Provas Ilícitas, Reincidência, Medidas Cautelares
Case Brief
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Parties
VITOR EDUARDO MARTINS MACHADO
Impetrante
Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul
Órgão Recorrido
Ministério Público Federal
Parte Interveniente
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão Negado Provimento (julgamento No Superior Tribunal De Justiça)
Legal Issues
- 1 legalidade da busca domiciliar e ilicitude das provas
- 2 manutenção da prisão preventiva e requisitos do art.312 do CPP
- 3 nulidade por ausência de advogado constituído na audiência de custódia
Ratio Decidendi
Mantém-se a prisão preventiva porque há elementos concretos e fundados (reincidência específica, informações prévias, comportamento do recorrente ao dispensar invólucro ao avistar a polícia e apreensões de entorpecentes, dinheiro e objetos relacionados ao tráfico) que evidenciam risco de reiteração criminosa e justificam a garantia da ordem pública; em cognição sumária não se verifica flagrante ilegalidade na entrada no domicílio diante da fundada suspeita e da presunção de legitimidade da versão policial; e não há nulidade na audiência de custódia, pois o assistido esteve assistido pela Defensoria Pública e não demonstrou prejuízo, nos termos do art.563 do CPP, razão pela qual se negou...
Court Disposition
Nego provimento ao recurso ordinário em habeas corpus.
Orders
- Liminar indeferida às fls. 113-114.
- Publique-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
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