HC 980367 - DECISAO
A ordem foi denegada porque a manutenção da prisão preventiva foi suficientemente fundamentada pelas instâncias ordinárias nos termos do art. 312 do CPP, diante da materialidade e indícios de autoria, da gravidade concreta dos crimes (arts. 288 e 171 do CP e art. 1º, §1º, II, da Lei 9.613/1998, na forma do art. 69 do CP), do risco de reiteração delitiva e da necessidade de desarticular organização criminosa que causou prejuízo aproximado de R$ 1.000.000,00, de modo que medidas cautelares diversas foram consideradas insuficientes; não se verificou excesso de prazo ou desídia processual; e questões não apreciadas pelo juízo a quo não podiam ser reexaminadas nesta instância por supressão de...
- Parties
- Paciente: JARBES BATISTA GONÇALVES; Autoridade Coatora: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO; Interveniente: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 05 August 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão Denegatória
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Habeas Corpus, Excesso De Prazo, Justa Causa, Organização Criminosa, Lavagem De Dinheiro, Estelionato, Medidas Cautelares
Case Brief
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Parties
JARBES BATISTA GONÇALVES
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO
Autoridade Coatora
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Interveniente
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Denegatória
Legal Issues
- 1 excesso de prazo na formação da culpa
- 2 ausência de representação válida da vítima em relação ao delito de estelionato
- 3 inexistência de justa causa para o delito de lavagem de dinheiro
Ratio Decidendi
A ordem foi denegada porque a manutenção da prisão preventiva foi suficientemente fundamentada pelas instâncias ordinárias nos termos do art. 312 do CPP, diante da materialidade e indícios de autoria, da gravidade concreta dos crimes (arts. 288 e 171 do CP e art. 1º, §1º, II, da Lei 9.613/1998, na forma do art. 69 do CP), do risco de reiteração delitiva e da necessidade de desarticular organização criminosa que causou prejuízo aproximado de R$ 1.000.000,00, de modo que medidas cautelares diversas foram consideradas insuficientes; não se verificou excesso de prazo ou desídia processual; e questões não apreciadas pelo juízo a quo não podiam ser reexaminadas nesta instância por supressão de...
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