RHC 218553 - DECISAO
A corte manteve o indeferimento do habeas corpus porque as interceptações telefônicas foram judicialmente autorizadas e as provas incidentais não são ilícitas; ademais, a prisão preventiva apresentou fundamentação concreta nos artigos 312 e 315 do CPP, com demonstração de gravidade concreta da conduta, vínculo da paciente com organização criminosa e risco à ordem pública, o que torna insuficientes as medidas cautelares alternativas.
- Parties
- Recorrente/paciente: HELLEN DA SILVA BOAVENTURA; Autoridade Coatora: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 05 August 2025
- Procedural Posture
- Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão De Mérito
- Outcome
- recurso não provido (nego provimento)
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Interceptação Telefônica, Nulidade De Provas, Medidas Cautelares, Tráfico De Drogas, Organização Criminosa, Lavagem De Capitais, Encontro Fortuito De Provas
Case Brief
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Parties
HELLEN DA SILVA BOAVENTURA
Recorrente/paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS
Autoridade Coatora
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão De Mérito
Legal Issues
- 1 ilegalidade de interceptação telefônica e nulidade de provas
- 2 fundamentação concreta da prisão preventiva nos termos do art.312 do CPP
- 3 possibilidade de aplicação de medidas cautelares diversas da prisão (art.319 CPP)
Ratio Decidendi
A corte manteve o indeferimento do habeas corpus porque as interceptações telefônicas foram judicialmente autorizadas e as provas incidentais não são ilícitas; ademais, a prisão preventiva apresentou fundamentação concreta nos artigos 312 e 315 do CPP, com demonstração de gravidade concreta da conduta, vínculo da paciente com organização criminosa e risco à ordem pública, o que torna insuficientes as medidas cautelares alternativas.
Court Disposition
recurso não provido (nego provimento)
Orders
- Nego provimento ao recurso
- Publique-se
Full Case Text
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