RHC 218182 - DECISAO
A prisão preventiva foi mantida porque as instâncias ordinárias demonstraram, por elementos concretos dos autos, a gravidade concreta do delito e a periculosidade do agente, consubstanciadas na reiteração delitiva, sendo insuficientes as medidas cautelares menos gravosas; não se verifica flagrante ilegalidade nem possibilidade de revisão fática na via eleita, razão pela qual o recurso foi negado.
- Parties
- Recorrente: JOÃO VITOR COIMBRA BRAGA; Tribunal De Origem: Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais; Interveniente: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 30 July 2025
- Procedural Posture
- Recurso Em Habeas Corpus / Decisão De Mérito (recurso Não Provido)
- Outcome
- nego provimento ao recurso ordinário em habeas corpus
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Custódia Cautelar, Furto Qualificado, Reiteração Delitiva, Medidas Cautelares Diversas
Case Brief
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Parties
JOÃO VITOR COIMBRA BRAGA
Recorrente
Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais
Tribunal De Origem
Ministério Público Federal
Interveniente
Procedural Posture
Recurso Em Habeas Corpus / Decisão De Mérito (recurso Não Provido)
Legal Issues
- 1 Legalidade da prisão preventiva e presença dos requisitos do art. 312 do CPP
- 2 Possibilidade de substituição por medidas cautelares diversas (art. 319 do CPP)
- 3 Aplicação do princípio da excepcionalidade da prisão antecipada
Ratio Decidendi
A prisão preventiva foi mantida porque as instâncias ordinárias demonstraram, por elementos concretos dos autos, a gravidade concreta do delito e a periculosidade do agente, consubstanciadas na reiteração delitiva, sendo insuficientes as medidas cautelares menos gravosas; não se verifica flagrante ilegalidade nem possibilidade de revisão fática na via eleita, razão pela qual o recurso foi negado.
Court Disposition
nego provimento ao recurso ordinário em habeas corpus
Orders
- Publique-se
- Intimem-se
Full Case Text
Judgment text and source record
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