RHC 217426 - DECISAO
Não se verificou flagrante ilegalidade no ingresso domiciliar, pois houve fundadas razões a partir de denúncias anônimas especificadas e confirmação fática pela apreensão de drogas e itens indicativos de tráfico; a alegada nulidade deve ser arguida previamente no juízo de origem; e a prisão preventiva foi devidamente fundamentada na garantia da ordem pública diante da gravidade concreta da conduta, do modus operandi e da quantidade/diversidade de entorpecentes, sendo insuficientes as medidas cautelares alternativas, de modo que o habeas corpus foi conhecido em parte e, nessa parte, denegado.
- Parties
- Paciente: BRUNO GOMES DE OLIVEIRA; Paciente: JOSÉ DAVI GONÇALVES SOARES; Defensor Público (impetrante/advogado): Rafael de Faria Beltrame
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 07 August 2025
- Procedural Posture
- Recurso Em Habeas Corpus / Julgamento De Recurso Ordinário No STJ Decisão De Mérito
- Outcome
- Ordem conhecida em parte e, na parte conhecida, denegada; nego provimento ao recurso em habeas corpus.
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Flagrante, Busca Domiciliar, Tráfico De Drogas, Ilegalidade Da Prova, Medidas Cautelares
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
BRUNO GOMES DE OLIVEIRA
Paciente
JOSÉ DAVI GONÇALVES SOARES
Paciente
Rafael de Faria Beltrame
Defensor Público (impetrante/advogado)
Procedural Posture
Recurso Em Habeas Corpus / Julgamento De Recurso Ordinário No STJ Decisão De Mérito
Legal Issues
- 1 ingresso domiciliar sem mandado judicial e ilicitude da prova
- 2 requisitos para manutenção da prisão preventiva (art. 312 do CPP)
- 3 cabimento de medidas cautelares diversas da prisão (art. 319 do CPP)
Ratio Decidendi
Não se verificou flagrante ilegalidade no ingresso domiciliar, pois houve fundadas razões a partir de denúncias anônimas especificadas e confirmação fática pela apreensão de drogas e itens indicativos de tráfico; a alegada nulidade deve ser arguida previamente no juízo de origem; e a prisão preventiva foi devidamente fundamentada na garantia da ordem pública diante da gravidade concreta da conduta, do modus operandi e da quantidade/diversidade de entorpecentes, sendo insuficientes as medidas cautelares alternativas, de modo que o habeas corpus foi conhecido em parte e, nessa parte, denegado.
Court Disposition
Ordem conhecida em parte e, na parte conhecida, denegada; nego provimento ao recurso em habeas corpus.
Orders
- Nego provimento ao recurso em habeas corpus.
- Publique-se e intimem-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment