RHC 220609 - DECISAO
Mantém-se a prisão preventiva porque estão demonstradas a materialidade (apreensão de mais de 8 quilos de drogas diversas), indícios suficientes de autoria (flagrante e drogas/apetrechos na residência) e a gravidade concreta, diversidade e modus operandi que evidenciam periculosidade e risco à ordem pública, tornando insuficientes as medidas cautelares diversas da prisão.
- Parties
- Recorrente: GUILHERME GATO DE ANDRADE; Órgão Prolator Do Acórdão: Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina; Interveniente: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 02 September 2025
- Procedural Posture
- Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão De Mérito (nego Provimento)
- Outcome
- Nego provimento ao recurso ordinário em habeas corpus.
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Tráfico De Drogas, Gravidade Concreta, Medidas Cautelares, Ordem Pública, Modus Operandi
Case Brief
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Parties
GUILHERME GATO DE ANDRADE
Recorrente
Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina
Órgão Prolator Do Acórdão
Ministério Público Federal
Interveniente
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão De Mérito (nego Provimento)
Legal Issues
- 1 legalidade da prisão preventiva
- 2 presença dos requisitos do art. 312 do CPP (materialidade, indícios de autoria e necessidade)
- 3 adequação de medidas cautelares diversas da prisão
Ratio Decidendi
Mantém-se a prisão preventiva porque estão demonstradas a materialidade (apreensão de mais de 8 quilos de drogas diversas), indícios suficientes de autoria (flagrante e drogas/apetrechos na residência) e a gravidade concreta, diversidade e modus operandi que evidenciam periculosidade e risco à ordem pública, tornando insuficientes as medidas cautelares diversas da prisão.
Court Disposition
Nego provimento ao recurso ordinário em habeas corpus.
Orders
- Nego provimento ao recurso ordinário em habeas corpus.
- Publique-se. Intimem-se.
Full Case Text
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