RHC 221122 - DECISAO
A ordem foi negada porque as instâncias ordinárias demonstraram que a prisão preventiva foi devidamente fundamentada em indícios seguros de autoria e materialidade, na gravidade concreta do feminicídio em tese cometido, na periculosidade do paciente, na fuga inicial e na necessidade de garantia da ordem pública e da aplicação da lei penal, sendo insuficientes, nas circunstâncias, medidas cautelares diversas para resguardar os fins do processo penal.
- Parties
- Paciente/recorrente: MANOEL DA SILVA ARAUJO; Ministério Público: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 28 August 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Recurso Ordinário Decisão Final (nego Provimento)
- Outcome
- Nego provimento ao recurso ordinário.
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Feminicídio, Medidas Cautelares, Custódia Cautelar
Case Brief
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Parties
MANOEL DA SILVA ARAUJO
Paciente/recorrente
Ministério Público Federal
Ministério Público
Procedural Posture
Habeas Corpus / Recurso Ordinário Decisão Final (nego Provimento)
Legal Issues
- 1 Legalidade da prisão preventiva decretada contra o paciente
- 2 Existência de fundamentação concreta (indícios de autoria e materialidade) para a custódia
- 3 Possibilidade de substituição da prisão preventiva por medidas cautelares diversas
Ratio Decidendi
A ordem foi negada porque as instâncias ordinárias demonstraram que a prisão preventiva foi devidamente fundamentada em indícios seguros de autoria e materialidade, na gravidade concreta do feminicídio em tese cometido, na periculosidade do paciente, na fuga inicial e na necessidade de garantia da ordem pública e da aplicação da lei penal, sendo insuficientes, nas circunstâncias, medidas cautelares diversas para resguardar os fins do processo penal.
Court Disposition
Nego provimento ao recurso ordinário.
Orders
- Nego provimento ao recurso ordinário.
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