HC 998677 - DECISAO
O Superior Tribunal de Justiça não conheceu do habeas corpus por se tratar de impetração substitutiva de recurso próprio e, ao processá-lo para verificar eventual flagrante constrangimento ilegal, concluiu não existir tal flagrante, porquanto a prisão preventiva foi motivada de forma adequada pelas instâncias ordinárias com base na gravidade concreta da conduta, no modus operandi e na evasão/foragido da paciente por longo período, além da constatação de que a tese de ausência de contemporaneidade não foi examinada pelo Tribunal de origem, o que inviabiliza seu exame pelo STJ, devendo, portanto, prevalecer a manutenção da custódia nos termos das decisões anteriores.
- Parties
- Paciente: HELIENE BORGES ARANTES (outros nomes: ELIANE BORGES ARANTES ou ELIANA BORGES ARANTES); Órgão De Origem: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO - TJSP
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 09 July 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Não Conhecido Pelo Superior Tribunal De Justiça (decisão De Não Conhecimento)
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Habeas Corpus, Medidas Cautelares Diversas Da Prisão, Contemporaneidade Dos Fundamentos Da Prisão
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
HELIENE BORGES ARANTES (outros nomes: ELIANE BORGES ARANTES ou ELIANA BORGES ARANTES)
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO - TJSP
Órgão De Origem
Procedural Posture
Habeas Corpus / Não Conhecido Pelo Superior Tribunal De Justiça (decisão De Não Conhecimento)
Legal Issues
- 1 Presença dos requisitos do art. 312 do CPP para decretação/manutenção da prisão preventiva
- 2 Possibilidade de substituição da prisão preventiva por medidas cautelares do art. 319 do CPP
- 3 Exigência de contemporaneidade dos fundamentos da custódia cautelar
Ratio Decidendi
O Superior Tribunal de Justiça não conheceu do habeas corpus por se tratar de impetração substitutiva de recurso próprio e, ao processá-lo para verificar eventual flagrante constrangimento ilegal, concluiu não existir tal flagrante, porquanto a prisão preventiva foi motivada de forma adequada pelas instâncias ordinárias com base na gravidade concreta da conduta, no modus operandi e na evasão/foragido da paciente por longo período, além da constatação de que a tese de ausência de contemporaneidade não foi examinada pelo Tribunal de origem, o que inviabiliza seu exame pelo STJ, devendo, portanto, prevalecer a manutenção da custódia nos termos das decisões anteriores.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment