RHC 219985 - DECISAO
Negou-se provimento ao recurso porque a prisão preventiva foi adequadamente fundamentada na necessidade de garantia da ordem pública diante da reiteração delitiva e da reincidência em crimes patrimoniais, preenchendo os requisitos do art. 312 do CPP com motivação concreta; a análise do princípio da insignificância não pode ser feita nesta instância por implicar reexame probatório; não há identidade fático-processual para estender ao recorrente a prisão domiciliar deferida à corré (art. 580 CPP), nem prova da imprescindibilidade do recorrente para os cuidados do filho (art. 318 CPP); e as medidas cautelares diversas foram reputadas insuficientes (art. 319 CPP).
- Parties
- Recorrente / Paciente: ANDERSON MEDEIROS ARRUEE; Corré: MARLO MEDEIROS GUILET; Interveniente (parecer): Ministério Público Federal; Órgão Julgador De Origem: Tribunal de Justiça do Estado do Paraná - 5ª Câmara Criminal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 01 September 2025
- Procedural Posture
- Recurso Em Habeas Corpus / Julgamento No Superior Tribunal De Justiça (decisão Denegatória)
- Outcome
- nego provimento ao recurso em habeas corpus
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Princípio Da Insignificância (bagatela), Prisão Domiciliar, Medidas Cautelares Diversas Da Prisão, Reincidência, Garantia Da Ordem Pública, Art. 312 CPP, Art. 318 CPP, Art. 580 CPP, Súmula 691 STF
Case Brief
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Parties
ANDERSON MEDEIROS ARRUEE
Recorrente / Paciente
MARLO MEDEIROS GUILET
Corré
Ministério Público Federal
Interveniente (parecer)
Tribunal de Justiça do Estado do Paraná - 5ª Câmara Criminal
Órgão Julgador De Origem
Procedural Posture
Recurso Em Habeas Corpus / Julgamento No Superior Tribunal De Justiça (decisão Denegatória)
Legal Issues
- 1 possibilidade de aplicação do princípio da insignificância
- 2 ausência de requisitos para decretação da prisão preventiva (art. 312 CPP)
- 3 possibilidade de substituição da prisão preventiva por medidas cautelares diversas (art. 319 CPP)
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao recurso porque a prisão preventiva foi adequadamente fundamentada na necessidade de garantia da ordem pública diante da reiteração delitiva e da reincidência em crimes patrimoniais, preenchendo os requisitos do art. 312 do CPP com motivação concreta; a análise do princípio da insignificância não pode ser feita nesta instância por implicar reexame probatório; não há identidade fático-processual para estender ao recorrente a prisão domiciliar deferida à corré (art. 580 CPP), nem prova da imprescindibilidade do recorrente para os cuidados do filho (art. 318 CPP); e as medidas cautelares diversas foram reputadas insuficientes (art. 319 CPP).
Court Disposition
nego provimento ao recurso em habeas corpus
Orders
- Nego provimento ao recurso em habeas corpus
- Intimem-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
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