RHC 219013 - ACORDAO
Negar provimento ao agravo regimental porque a prisão preventiva restou fundamentada em elementos concretos (reincidência e risco de reiteração delitiva), a manutenção da custódia na sentença não exige fatos novos, a regra do art. 316, parágrafo único, do CPP não se aplica em grau recursal, e a decisão monocrática do relator não afronta o princípio da colegialidade, admitindo-se agravo regimental.
- Parties
- Agravante: GUILHERME DE PAULA SILVA SOUZA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 30 September 2025
- Procedural Posture
- Agravo Regimental Em Habeas Corpus / Julgamento Colegiado (decisão Final)
- Outcome
- negado provimento ao agravo regimental
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Tráfico De Drogas, Reincidência, Revisão Nonagesimal (art. 316 Cpp), Princípio Da Colegialidade, Direito De Recorrer Em Liberdade
Case Brief
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Parties
GUILHERME DE PAULA SILVA SOUZA
Agravante
Procedural Posture
Agravo Regimental Em Habeas Corpus / Julgamento Colegiado (decisão Final)
Legal Issues
- 1 Manutenção da prisão preventiva diante da alegada ausência dos requisitos legais
- 2 Contemporaneidade dos motivos que justificaram a prisão preventiva
- 3 Aplicabilidade do prazo de 90 dias para revisão da custódia (art. 316, parágrafo único, CPP) em grau recursal
Ratio Decidendi
Negar provimento ao agravo regimental porque a prisão preventiva restou fundamentada em elementos concretos (reincidência e risco de reiteração delitiva), a manutenção da custódia na sentença não exige fatos novos, a regra do art. 316, parágrafo único, do CPP não se aplica em grau recursal, e a decisão monocrática do relator não afronta o princípio da colegialidade, admitindo-se agravo regimental.
Court Disposition
negado provimento ao agravo regimental
Orders
- Negado provimento ao agravo regimental
- Mantida a prisão preventiva do recorrente conforme sentença e acórdão de origem
Full Case Text
Judgment text and source record
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