HC 1031030 - DECISAO
O Tribunal concluiu que a entrada dos policiais no domicílio estava legitimada por fundadas razões decorrentes de denúncias anônimas, vigilância que constatou intenso fluxo de pessoas e indícios de tráfico; as provas colhidas, inclusive por extração de dados do celular, demonstraram materialidade e indícios de autoria; assim, presentes fumus commissi delicti e periculum libertatis e comprovada a gravidade concreta do delito e o risco de reiteração, a prisão preventiva atendia aos requisitos do art. 312 do CPP para garantia da ordem pública, de modo que não houve constrangimento ilegal e a ordem de habeas corpus foi denegada.
- Parties
- Paciente: DOMINGOS FELIPE ALVES DE SOUZA; Autoridade Coatora: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS; Juízo a Quo: Juízo da 1ª Vara Criminal de Nova Serrana/MG; Órgão Ministerial: Ministério Público
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 30 September 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão Denegatória (habeas Corpus)
- Outcome
- Ordem denegada (habeas corpus)
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Ilegalidade Da Prova, Ingresso Domiciliar Sem Mandado, Prisão Em Flagrante, Art. 312 Do Código De Processo Penal, Art. 33 E 35 Da Lei N. 11.343/2006, Princípio Da Insignificância
Case Brief
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Parties
DOMINGOS FELIPE ALVES DE SOUZA
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS
Autoridade Coatora
Juízo da 1ª Vara Criminal de Nova Serrana/MG
Juízo a Quo
Ministério Público
Órgão Ministerial
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Denegatória (habeas Corpus)
Legal Issues
- 1 ilícitude da busca domiciliar
- 2 legalidade da prisão preventiva
- 3 uso de prova obtida por extração de dados do aparelho celular
Ratio Decidendi
O Tribunal concluiu que a entrada dos policiais no domicílio estava legitimada por fundadas razões decorrentes de denúncias anônimas, vigilância que constatou intenso fluxo de pessoas e indícios de tráfico; as provas colhidas, inclusive por extração de dados do celular, demonstraram materialidade e indícios de autoria; assim, presentes fumus commissi delicti e periculum libertatis e comprovada a gravidade concreta do delito e o risco de reiteração, a prisão preventiva atendia aos requisitos do art. 312 do CPP para garantia da ordem pública, de modo que não houve constrangimento ilegal e a ordem de habeas corpus foi denegada.
Court Disposition
Ordem denegada (habeas corpus)
Orders
- Denego a ordem de habeas corpus
- Prisão preventiva mantida
Full Case Text
Judgment text and source record
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