HC 1037832 - DECISAO
Não conheço do habeas corpus porque a impetração não substitui recurso próprio e não se verifica ilegalidade flagrante na decisão impugnada; o decreto prisional está suficientemente fundamentado na existência de indícios de reiteração delitiva, modus operandi consistente e registros em boletins de ocorrência e em outra ação penal com citação por edital, evidenciando risco concreto à aplicação da lei penal e necessidade de garantia da ordem pública, não sendo cabível, assim, a revogação da prisão preventiva nem a substituição por medidas cautelares diversas no presente caso.
- Parties
- Paciente: EDUARDO ESTEVÃO DA CRUZ; Autoridade Coatora: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ; Co Investigada: CAMILA VIVIANE CONCEIÇÃO; Órgão Ministerial: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL; Juízo De Primeiro Grau: Juízo da Central de Garantias Especializada
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 01 October 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Impetração Não Conhecida (não Conhecimento)
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Reiteração Delitiva, Medidas Cautelares Diversas, Modos Operandi, Inovação Na Fundamentação, Ausência De Fatos Novos
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Parties
EDUARDO ESTEVÃO DA CRUZ
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ
Autoridade Coatora
CAMILA VIVIANE CONCEIÇÃO
Co Investigada
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Órgão Ministerial
Juízo da Central de Garantias Especializada
Juízo De Primeiro Grau
Procedural Posture
Habeas Corpus / Impetração Não Conhecida (não Conhecimento)
Legal Issues
- 1 cabimento do habeas corpus como sucedâneo de recurso próprio
- 2 existência dos requisitos do art. 312 do CPP para decretação da prisão preventiva
- 3 valoração de boletins de ocorrência e existência de outras ações penais em curso
Ratio Decidendi
Não conheço do habeas corpus porque a impetração não substitui recurso próprio e não se verifica ilegalidade flagrante na decisão impugnada; o decreto prisional está suficientemente fundamentado na existência de indícios de reiteração delitiva, modus operandi consistente e registros em boletins de ocorrência e em outra ação penal com citação por edital, evidenciando risco concreto à aplicação da lei penal e necessidade de garantia da ordem pública, não sendo cabível, assim, a revogação da prisão preventiva nem a substituição por medidas cautelares diversas no presente caso.
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