RHC 226041 - DECISAO
A ordem de prisão preventiva foi mantida porque os autos apresentam fumus comissi delicti e periculum in libertatis: o auto de prisão em flagrante documentou prova da materialidade e indícios suficientes de que o paciente estava com quantidade considerável de droga (9,25 kg de maconha), as condutas se enquadram nos arts. 33 e 35 da Lei 11.343/06 cujas penas máximas somadas ultrapassam quatro anos, e a custódia cautelar revelou-se imprescindível para garantia da ordem pública, sendo esta solução amparada pela jurisprudência do STJ; por tais motivos a ordem foi denegada in limine.
- Parties
- Paciente: MAURO MARTINS DA SILVA NETO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 30 October 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Denegação Liminar
- Outcome
- Denego a ordem, in limine.
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Tráfico De Drogas, Gravidade Concreta, Medidas Cautelares Alternativas
Case Brief
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Parties
MAURO MARTINS DA SILVA NETO
Paciente
Procedural Posture
Habeas Corpus / Denegação Liminar
Legal Issues
- 1 cabimento da prisão preventiva
- 2 caráter da gravidade concreta pela quantidade de drogas apreendidas
- 3 possibilidade de substituição por medidas cautelares alternativas
Ratio Decidendi
A ordem de prisão preventiva foi mantida porque os autos apresentam fumus comissi delicti e periculum in libertatis: o auto de prisão em flagrante documentou prova da materialidade e indícios suficientes de que o paciente estava com quantidade considerável de droga (9,25 kg de maconha), as condutas se enquadram nos arts. 33 e 35 da Lei 11.343/06 cujas penas máximas somadas ultrapassam quatro anos, e a custódia cautelar revelou-se imprescindível para garantia da ordem pública, sendo esta solução amparada pela jurisprudência do STJ; por tais motivos a ordem foi denegada in limine.
Court Disposition
Denego a ordem, in limine.
Orders
- Denego a ordem, in limine.
- Publique-se e intimem-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
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