HC 1038305 - DECISAO
Não conheço do habeas corpus porque, prima facie, a prisão preventiva do paciente está devidamente fundamentada: há prova da materialidade e indícios de autoria (BO, mensagens, declaração da vítima), repetido descumprimento de medidas protetivas e condutas que colocam em risco a integridade física e psicológica da vítima, o que autoriza a custódia cautelar nos termos do art. 312 do CPP e do art. 20 da Lei nº 11.340/2006; as medidas cautelares do art. 319 do CPP foram consideradas inadequadas e insuficientes para evitar a reiteração delitiva, e a alegação de desproporcionalidade da prisão em relação à eventual pena só pode ser analisada ao final, na fase de sentença.
- Parties
- Paciente: JOSE AMARILDO RAFAEL OLIVEIRA JUNIOR; Órgão Julgador De Origem: Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 22 October 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus Substitutivo De Recurso Próprio / Decisão No Superior Tribunal De Justiça (não Conheço Do Habeas Corpus)
- Outcome
- não conheço do habeas corpus
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Medidas Cautelares, Descumprimento De Medida Protetiva, Regime Prisional, Prova Da Materialidade E Indícios De Autoria
Case Brief
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Parties
JOSE AMARILDO RAFAEL OLIVEIRA JUNIOR
Paciente
Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo
Órgão Julgador De Origem
Procedural Posture
Habeas Corpus Substitutivo De Recurso Próprio / Decisão No Superior Tribunal De Justiça (não Conheço Do Habeas Corpus)
Legal Issues
- 1 presença dos requisitos do art. 312 do CPP para decretação da prisão preventiva
- 2 aplicabilidade do art. 20 da Lei nº 11.340/2006 e do art. 313, III, do CPP em caso de descumprimento de medidas protetivas
- 3 possibilidade de substituição da prisão preventiva por medidas cautelares do art. 319 do CPP
Ratio Decidendi
Não conheço do habeas corpus porque, prima facie, a prisão preventiva do paciente está devidamente fundamentada: há prova da materialidade e indícios de autoria (BO, mensagens, declaração da vítima), repetido descumprimento de medidas protetivas e condutas que colocam em risco a integridade física e psicológica da vítima, o que autoriza a custódia cautelar nos termos do art. 312 do CPP e do art. 20 da Lei nº 11.340/2006; as medidas cautelares do art. 319 do CPP foram consideradas inadequadas e insuficientes para evitar a reiteração delitiva, e a alegação de desproporcionalidade da prisão em relação à eventual pena só pode ser analisada ao final, na fase de sentença.
Court Disposition
não conheço do habeas corpus
Orders
- Publique-se
- Intimem-se
Full Case Text
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