RHC 225211 - DECISAO
Conheceu-se em parte do recurso e negou-se provimento porque a prisão preventiva do paciente foi mantida por estar adequadamente fundamentada nos requisitos do art. 312 do CPP e dispositivos conexos (indícios de autoria e materialidade, garantia da ordem pública e conveniência da instrução), ante a imputação de participação em organização criminosa complexa e o risco de continuidade das atividades ilícitas; não houve prova de que o paciente fosse único responsável pelo cuidado do filho para justificar prisão domiciliar; questões de contemporaneidade não foram analisadas pelo Tribunal a quo e sua análise seria supressão de instância.
- Parties
- Paciente/impetrante: MARLEY VINICIUS CAETANO DE MATOS; Autoridade Coatora: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS; Órgão Acusador: MINISTÉRIO PÚBLICO DE MINAS GERAIS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 16 October 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão
- Outcome
- Conheço em parte do recurso e nego-lhe provimento
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Organização Criminosa, Lavagem De Capitais, Tráfico De Drogas, Habeas Corpus, Prisão Domiciliar, Medidas Cautelares Alternativas
Case Brief
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Parties
MARLEY VINICIUS CAETANO DE MATOS
Paciente/impetrante
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS
Autoridade Coatora
MINISTÉRIO PÚBLICO DE MINAS GERAIS
Órgão Acusador
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão
Legal Issues
- 1 fundamentação concreta da prisão preventiva
- 2 contemporaneidade dos fatos
- 3 possibilidade de substituição da prisão preventiva por medidas cautelares diversas
Ratio Decidendi
Conheceu-se em parte do recurso e negou-se provimento porque a prisão preventiva do paciente foi mantida por estar adequadamente fundamentada nos requisitos do art. 312 do CPP e dispositivos conexos (indícios de autoria e materialidade, garantia da ordem pública e conveniência da instrução), ante a imputação de participação em organização criminosa complexa e o risco de continuidade das atividades ilícitas; não houve prova de que o paciente fosse único responsável pelo cuidado do filho para justificar prisão domiciliar; questões de contemporaneidade não foram analisadas pelo Tribunal a quo e sua análise seria supressão de instância.
Court Disposition
Conheço em parte do recurso e nego-lhe provimento
Orders
- Ordem denegada quanto à pretensão de revogação da prisão preventiva
- Não conhecida a alegação de contemporaneidade por supressão de instância
Full Case Text
Judgment text and source record
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