RHC 221866 - DECISAO
A manutenção da prisão preventiva foi fundamentada na existência de prova da materialidade e indícios suficientes de autoria (prisão em flagrante), no descumprimento de medidas protetivas recentemente impostas (art. 24-A e art.12-C da Lei 11.340/06), no risco de reiteração delitiva e na necessidade de garantia da ordem pública e da integridade física e psicológica da vítima; assim, sendo inadequadas as medidas cautelares diversas, não há ilegalidade na conversão em prisão preventiva, e o habeas corpus não é via adequada para reavaliar a prova em cognição ampliada.
- Parties
- Paciente: AMILSON CARLOS DE OLIVEIRA; Vítima: DELFINA MARIA DE OLIVEIRA COSTA; Autoridade Coatora: Juízo da Vara Única da Comarca de Lima Duarte/MG; Órgão Julgador De Origem: Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais; Interveniente: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 06 October 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus (recurso Ordinário) / Decisão Colegiada Denegatória (recurso Não Provido)
- Outcome
- Ordem denegada; recurso não provido.
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Medidas Protetivas De Urgência, Lei Maria Da Penha, Medidas Cautelares Diversas, Cognição Sumária No Habeas Corpus, Fundamentação Da Decisão Judicial
Case Brief
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Parties
AMILSON CARLOS DE OLIVEIRA
Paciente
DELFINA MARIA DE OLIVEIRA COSTA
Vítima
Juízo da Vara Única da Comarca de Lima Duarte/MG
Autoridade Coatora
Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais
Órgão Julgador De Origem
Ministério Público Federal
Interveniente
Procedural Posture
Habeas Corpus (recurso Ordinário) / Decisão Colegiada Denegatória (recurso Não Provido)
Legal Issues
- 1 se a prisão preventiva estava devidamente fundamentada para garantia da ordem pública
- 2 se o habeas corpus é via adequada para análise aprofundada de fatos e provas
- 3 se as medidas cautelares diversas seriam suficientes em substituição à prisão preventiva
Ratio Decidendi
A manutenção da prisão preventiva foi fundamentada na existência de prova da materialidade e indícios suficientes de autoria (prisão em flagrante), no descumprimento de medidas protetivas recentemente impostas (art. 24-A e art.12-C da Lei 11.340/06), no risco de reiteração delitiva e na necessidade de garantia da ordem pública e da integridade física e psicológica da vítima; assim, sendo inadequadas as medidas cautelares diversas, não há ilegalidade na conversão em prisão preventiva, e o habeas corpus não é via adequada para reavaliar a prova em cognição ampliada.
Court Disposition
Ordem denegada; recurso não provido.
Orders
- Denega-se a ordem de habeas corpus
- Nego provimento ao recurso
Full Case Text
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