RHC 225220 - DECISAO
Conheceu-se em parte do recurso e negou-se provimento porque a alegada ilegalidade da prisão preventiva foi considerada rediscutida em habeas anterior (impedindo novo exame), não se demonstrou flagrante ilegalidade que justificasse concessão de ofício, a instrução foi considerada encerrada atraindo a Súmula 52 do STJ, e a complexidade do feito e a ausência de desídia estatal afastam a configuração de excesso de prazo; ademais, foi verificada revisão da necessidade da segregação pelo juízo de origem conforme art. 316 do CPP.
- Parties
- Paciente/recorrente: CHARLES PEREIRA; Tribunal De Origem: Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina; Manifestante: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 14 November 2025
- Procedural Posture
- Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Julgamento No Superior Tribunal De Justiça (decisão De Conhecimento E Não Provimento)
- Outcome
- Conheço em parte do recurso ordinário e, nessa extensão, nego-lhe provimento.
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Excesso De Prazo Na Formação Da Culpa, Revisão Periódica Da Prisão (art. 316 Do Cpp), Fundamentação Da Prisão Preventiva, Organização Criminosa, Tráfico De Drogas, Porte Ilegal De Arma De Fogo, Súmula 52 Do STJ
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
CHARLES PEREIRA
Paciente/recorrente
Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina
Tribunal De Origem
Ministério Público Federal
Manifestante
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Julgamento No Superior Tribunal De Justiça (decisão De Conhecimento E Não Provimento)
Legal Issues
- 1 ilegalidade na manutenção da prisão preventiva
- 2 excesso de prazo para formação da culpa
- 3 violação ao art. 316 do CPP (revisão periódica da preventiva)
Ratio Decidendi
Conheceu-se em parte do recurso e negou-se provimento porque a alegada ilegalidade da prisão preventiva foi considerada rediscutida em habeas anterior (impedindo novo exame), não se demonstrou flagrante ilegalidade que justificasse concessão de ofício, a instrução foi considerada encerrada atraindo a Súmula 52 do STJ, e a complexidade do feito e a ausência de desídia estatal afastam a configuração de excesso de prazo; ademais, foi verificada revisão da necessidade da segregação pelo juízo de origem conforme art. 316 do CPP.
Court Disposition
Conheço em parte do recurso ordinário e, nessa extensão, nego-lhe provimento.
Orders
- Publique-se
- Intimem-se
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment