HC 1045770 - DECISAO
Não conheço do mandamus por se tratar de habeas corpus substitutivo de recurso (art. 34, XX, Regimento Interno do STJ). Processado o feito para exame de eventual constrangimento ilegal, concluiu-se que inexiste ilegalidade: a prisão preventiva foi devidamente fundamentada em elementos concretos (laudo pericial com lesões, ocorrência na residência da vítima, indícios de agravamento, uso de álcool e ameaças) que justificam a garantia da ordem pública e o risco de reiteração, tornando insuficientes as medidas alternativas do art. 319 do CPP; assim, não se identificou constrangimento ilegal que autorizasse concessão da ordem.
- Parties
- Paciente: JOSIMAR SANTANA DE JESUS JUNIOR; Órgão Julgador Recorrido: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA BAHIA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 03 December 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Medidas Cautelares Diversas Da Prisão (art. 319 Do Cpp), Habeas Corpus Substitutivo De Recurso, Lei N. 11.340/06 (maria Da Penha), Presunção De Inocência, Fundamentação Judicial (art. 93, IX, Cf), Art. 312 Do CPP
Case Brief
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Parties
JOSIMAR SANTANA DE JESUS JUNIOR
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA BAHIA
Órgão Julgador Recorrido
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento
Legal Issues
- 1 inadmissibilidade de habeas corpus substitutivo de recurso
- 2 legalidade e fundamentação da prisão preventiva nos termos do art. 312 do CPP
- 3 possibilidade de substituição da prisão preventiva por medidas do art. 319 do CPP
Ratio Decidendi
Não conheço do mandamus por se tratar de habeas corpus substitutivo de recurso (art. 34, XX, Regimento Interno do STJ). Processado o feito para exame de eventual constrangimento ilegal, concluiu-se que inexiste ilegalidade: a prisão preventiva foi devidamente fundamentada em elementos concretos (laudo pericial com lesões, ocorrência na residência da vítima, indícios de agravamento, uso de álcool e ameaças) que justificam a garantia da ordem pública e o risco de reiteração, tornando insuficientes as medidas alternativas do art. 319 do CPP; assim, não se identificou constrangimento ilegal que autorizasse concessão da ordem.
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