RHC 228283 - DECISAO
Mantém-se a prisão preventiva porque estão comprovadas a materialidade e indícios de autoria, e o perigo gerado pela liberdade do acusado (periculum libertatis) decorre da reincidência, da multiplicidade de anotações criminais e do fato de estar cumprindo pena quando voltou a delinquir, tornando insuficientes medidas cautelares diversas.
- Parties
- Paciente: LUIS OTAVIO GONÇALVES RUFFATO; Autoridade Coatora: Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 05 December 2025
- Procedural Posture
- Recurso Em Habeas Corpus / Decisão
- Outcome
- Nego provimento ao recurso em habeas corpus.
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Medidas Cautelares Diversas Da Prisão, Reincidência, Porte Ilegal De Arma De Fogo, Garantia Da Ordem Pública, Fundamentação Da Prisão Preventiva, Proporcionalidade Da Prisão Cautelar
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
LUIS OTAVIO GONÇALVES RUFFATO
Paciente
Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais
Autoridade Coatora
Procedural Posture
Recurso Em Habeas Corpus / Decisão
Legal Issues
- 1 Se a prisão preventiva está devidamente fundamentada nos requisitos do art. 312 do CPP
- 2 Se existem indícios concretos de risco à ordem pública que justifiquem a manutenção da prisão preventiva
- 3 Se medidas cautelares diversas da prisão seriam suficientes
Ratio Decidendi
Mantém-se a prisão preventiva porque estão comprovadas a materialidade e indícios de autoria, e o perigo gerado pela liberdade do acusado (periculum libertatis) decorre da reincidência, da multiplicidade de anotações criminais e do fato de estar cumprindo pena quando voltou a delinquir, tornando insuficientes medidas cautelares diversas.
Court Disposition
Nego provimento ao recurso em habeas corpus.
Orders
- Publique-se.
- Intime-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment