HC 1047601 - DECISAO
Não se conhece do habeas corpus por ser via inadequada para reexame aprofundado de questões fático-probatórias; a prisão preventiva foi mantida por estar devidamente fundamentada nos requisitos do art. 312 do CPP, ante a gravidade concreta do fato, o modus operandi, o reconhecimento da vítima corroborado pela recuperação do bem via GPS e apreensão de arma no domicílio do paciente, bem como por antecedentes que indicam risco de reiteração delitiva; eventual irregularidade formal do reconhecimento não gera nulidade automática quando há provas independentes de corroboração.
- Parties
- Paciente: LEONARDO HARLEY ALCANTARA ROCHA; Tribunal a Quo: Tribunal de Justiça do Estado da Bahia; Interessado (manifestação Nos Autos): Ministério Público Federal; Vítima: Iago de Jesus Rocha
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 05 December 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus Substitutivo De Recurso Próprio / Decisão De Não Conhecimento Proferida Pelo Superior Tribunal De Justiça
- Outcome
- habeas corpus não conhecido (Superior Tribunal de Justiça)
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Reconhecimento Pessoal, Cerceamento De Defesa, Medidas Cautelares Diversas Da Prisão, Excesso De Prazo, Prova Técnica (rastreio Por Gps), Garantia Da Ordem Pública, Reiteração Delitiva
Case Brief
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Parties
LEONARDO HARLEY ALCANTARA ROCHA
Paciente
Tribunal de Justiça do Estado da Bahia
Tribunal a Quo
Ministério Público Federal
Interessado (manifestação Nos Autos)
Iago de Jesus Rocha
Vítima
Procedural Posture
Habeas Corpus Substitutivo De Recurso Próprio / Decisão De Não Conhecimento Proferida Pelo Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 legalidade da decretação da prisão preventiva e existência de fundamentos concretos para sua manutenção
- 2 validade do reconhecimento pessoal realizado na fase inquisitorial
- 3 existência de cerceamento de defesa por indeferimento de diligências requeridas
Ratio Decidendi
Não se conhece do habeas corpus por ser via inadequada para reexame aprofundado de questões fático-probatórias; a prisão preventiva foi mantida por estar devidamente fundamentada nos requisitos do art. 312 do CPP, ante a gravidade concreta do fato, o modus operandi, o reconhecimento da vítima corroborado pela recuperação do bem via GPS e apreensão de arma no domicílio do paciente, bem como por antecedentes que indicam risco de reiteração delitiva; eventual irregularidade formal do reconhecimento não gera nulidade automática quando há provas independentes de corroboração.
Court Disposition
habeas corpus não conhecido (Superior Tribunal de Justiça)
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
Full Case Text
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