HC 1048688 - DECISAO
A ordem foi denegada porque a prisão preventiva encontra fundamentação em elementos concretos constantes dos autos (gravidade concreta do homicídio qualificado, indícios de que o paciente teria efetuado os disparos, atuação em organização criminosa CPV e subordinção a chefes), demonstrando periculosidade e necessidade de custódia para garantia da ordem pública; ademais, há pronúncia (28/03/2025), aplicando‑se a Súmula 21 do STJ, de modo que não se verifica excesso de prazo capaz de configurar constrangimento ilegal, e o trancamento da ação exigiria revolvimento probatório incompatível com a via estreita do habeas corpus; o desmembramento também não se mostra adequado diante da pluralidade...
- Parties
- Paciente: RODRIGO AUGUSTO DE SOUZA TRINDADE SILVA; Órgão Julgador: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 18 December 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Habeas Corpus Denegação Da Ordem (decisão De Mérito)
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Excesso De Prazo, Trancamento De Ação Penal, Pronúncia, Desmembramento, Medidas Cautelares Diversas Da Prisão, Organização Criminosa, Homicídio Qualificado
Case Brief
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Parties
RODRIGO AUGUSTO DE SOUZA TRINDADE SILVA
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS
Órgão Julgador
Procedural Posture
Habeas Corpus / Habeas Corpus Denegação Da Ordem (decisão De Mérito)
Legal Issues
- 1 legalidade da prisão preventiva e necessidade de custódia provisória
- 2 alegação de excesso de prazo por pendência de recursos de corréus e recusa de desmembramento
- 3 possibilidade de trancamento da ação penal diante de suposta fragilidade probatória
Ratio Decidendi
A ordem foi denegada porque a prisão preventiva encontra fundamentação em elementos concretos constantes dos autos (gravidade concreta do homicídio qualificado, indícios de que o paciente teria efetuado os disparos, atuação em organização criminosa CPV e subordinção a chefes), demonstrando periculosidade e necessidade de custódia para garantia da ordem pública; ademais, há pronúncia (28/03/2025), aplicando‑se a Súmula 21 do STJ, de modo que não se verifica excesso de prazo capaz de configurar constrangimento ilegal, e o trancamento da ação exigiria revolvimento probatório incompatível com a via estreita do habeas corpus; o desmembramento também não se mostra adequado diante da pluralidade...
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