RHC 219117 - ACORDAO
Mantém-se o agravo regimental e a prisão preventiva porque as instâncias ordinárias demonstraram elementos concretos de materialidade e indícios de autoria, o recorrente descumpriu medidas protetivas de urgência, a conduta evidencia gravidade concreta e risco à integridade física e psíquica da vítima, a Lei Maria da Penha aplica-se mesmo sem vínculo afetivo (art. 40-A) e a revisão desse entendimento demandaria reanálise de provas incompatível com o habeas corpus.
- Parties
- Agravante/recorrente: CLOVIS FELIPE SOARES MUNIZ BARRETO; Ministério Público: Ministério Público do Rio Grande do Sul
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 18 March 2026
- Procedural Posture
- Agravo Regimental Em Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Julgamento Colegiado (quinta Turma) Agravo Regimental Decidido (negado Provimento)
- Outcome
- Agravo regimental não provido
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Medidas Protetivas De Urgência, Lei Maria Da Penha, Violência De Gênero, Habeas Corpus, Perseguição
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
CLOVIS FELIPE SOARES MUNIZ BARRETO
Agravante/recorrente
Ministério Público do Rio Grande do Sul
Ministério Público
Procedural Posture
Agravo Regimental Em Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Julgamento Colegiado (quinta Turma) Agravo Regimental Decidido (negado Provimento)
Legal Issues
- 1 Presença dos requisitos legais para manutenção da prisão preventiva diante do descumprimento de medidas protetivas de urgência
- 2 Aplicabilidade da Lei Maria da Penha na ausência de vínculo afetivo ou familiar entre autor e vítima
- 3 Inviabilidade de reexame de prova via habeas corpus
Ratio Decidendi
Mantém-se o agravo regimental e a prisão preventiva porque as instâncias ordinárias demonstraram elementos concretos de materialidade e indícios de autoria, o recorrente descumpriu medidas protetivas de urgência, a conduta evidencia gravidade concreta e risco à integridade física e psíquica da vítima, a Lei Maria da Penha aplica-se mesmo sem vínculo afetivo (art. 40-A) e a revisão desse entendimento demandaria reanálise de provas incompatível com o habeas corpus.
Court Disposition
Agravo regimental não provido
Orders
- Agravo regimental não provido
- Manter acórdão do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul que denegou a ordem e concluiu pela aplicabilidade da Lei Maria da Penha
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment