RHC 225006 - DECISAO
O STJ concluiu que a restauração da prisão preventiva foi fundamentada em novos elementos trazidos aos autos (vídeos até então desconhecidos e manifestações da vítima demonstrando temor e pedido de sigilo), os quais demonstraram gravidade concreta da conduta e risco à integridade da vítima, preenchendo os requisitos do art. 312 do CPP; verificou-se a insuficiência de medidas cautelares diversas naquele contexto; não houve comprovação idônea de enfermidade grave apta a autorizar prisão domiciliar nos termos do art. 318, II, do CPP; o sigilo temporário da decisão foi justificado para resguardar a eficácia da medida e a proteção da vítima, sendo lícito o contraditório diferido; por tais...
- Parties
- Recorrente: NILTON VENTURA SILVA JUNIOR; Respondente: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 26 November 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Recurso Em Habeas Corpus Julgado Pelo Superior Tribunal De Justiça (decisão De Mérito)
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Medidas Cautelares Diversas, Violência Doméstica, Porte E Posse Ilegal De Arma, Contraditório Diferido, Contemporaneidade Dos Fatos, Prisão Domiciliar Por Motivo De Saúde
Case Brief
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Parties
NILTON VENTURA SILVA JUNIOR
Recorrente
Ministério Público Federal
Respondente
Procedural Posture
Habeas Corpus / Recurso Em Habeas Corpus Julgado Pelo Superior Tribunal De Justiça (decisão De Mérito)
Legal Issues
- 1 legalidade da nova decretação da prisão preventiva após revogação anterior
- 2 existência de fatos novos ou contemporâneos que justifiquem a restauração da prisão preventiva
- 3 insuficiência de medidas cautelares diversas
Ratio Decidendi
O STJ concluiu que a restauração da prisão preventiva foi fundamentada em novos elementos trazidos aos autos (vídeos até então desconhecidos e manifestações da vítima demonstrando temor e pedido de sigilo), os quais demonstraram gravidade concreta da conduta e risco à integridade da vítima, preenchendo os requisitos do art. 312 do CPP; verificou-se a insuficiência de medidas cautelares diversas naquele contexto; não houve comprovação idônea de enfermidade grave apta a autorizar prisão domiciliar nos termos do art. 318, II, do CPP; o sigilo temporário da decisão foi justificado para resguardar a eficácia da medida e a proteção da vítima, sendo lícito o contraditório diferido; por tais...
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