HC 1074218 - DECISAO
O Superior Tribunal de Justiça não conheceu do habeas corpus porque verificou que a prisão preventiva do paciente foi adequadamente fundamentada pelas instâncias ordinárias com base em elementos concretos (prova da materialidade, indícios de autoria, gravidade concreta do delito e modus operandi que evidenciariam periculosidade e risco à ordem pública), nos termos do art. 312 do CPP, e porque a via mandamental não comporta o revolvimento fático-probatório nem a análise de questões não apreciadas pelo tribunal de origem (supressão de instância); assim, não se revelou constrangimento ilegal que justificasse a concessão da ordem de ofício.
- Parties
- Paciente: JULIO DAMIAO DO CARMO JACINTO; Tribunal De Origem: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS; Manifestante: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL; Vítima: Elves de Almeida Branques
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 16 March 2026
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento Pelo STJ (art. 34, XX Do Regimento Interno Do Stj)
- Outcome
- não conheço do habeas corpus
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Habeas Corpus, Medidas Cautelares Diversas Da Prisão, Art. 312 Do CPP, Art. 319 Do CPP, Supressão De Instância, Princípio Da Homogeneidade, Modus Operandi
Case Brief
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Parties
JULIO DAMIAO DO CARMO JACINTO
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS
Tribunal De Origem
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Manifestante
Elves de Almeida Branques
Vítima
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento Pelo STJ (art. 34, XX Do Regimento Interno Do Stj)
Legal Issues
- 1 adequação da prisão preventiva diante do art. 312 do CPP
- 2 fundamentação concreta da decisão prisional
- 3 suficiência de medidas cautelares diversas da prisão (art. 319 do CPP)
Ratio Decidendi
O Superior Tribunal de Justiça não conheceu do habeas corpus porque verificou que a prisão preventiva do paciente foi adequadamente fundamentada pelas instâncias ordinárias com base em elementos concretos (prova da materialidade, indícios de autoria, gravidade concreta do delito e modus operandi que evidenciariam periculosidade e risco à ordem pública), nos termos do art. 312 do CPP, e porque a via mandamental não comporta o revolvimento fático-probatório nem a análise de questões não apreciadas pelo tribunal de origem (supressão de instância); assim, não se revelou constrangimento ilegal que justificasse a concessão da ordem de ofício.
Court Disposition
não conheço do habeas corpus
Orders
- Não conheço do presente habeas corpus, com fundamento no art. 34, XX, do Regimento Interno do STJ
- Publique-se
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