HC 1071567 - DECISAO

HC 1071567 - DECISAO

A ordem foi denegada pois a prisão preventiva revelou fundamentação concreta nos autos, especialmente pela gravidade da conduta e modus operandi (tentativa de homicídio qualificado), mostrando-se necessária para garantia da ordem pública; as alegações de fragilidade probatória e de desclassificação demandam instrução criminal e não são passíveis de solução no habeas corpus; não se configurou excesso de prazo dado o regular andamento processual e a complexidade do caso, bem como atos e circunstâncias que justificaram a dilação temporal; a contemporaneidade da prisão manteve-se e circunstâncias pessoais favoráveis não bastam para revogação.

Parties
Paciente: DEIVID ALVES DOS SANTOS; Autoridade Coatora: Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe; Manifestante: Ministério Público Federal
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
13 April 2026
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Denegatória (stj)
Legal Topics
Prisão Preventiva, Medidas Cautelares Diversas Da Prisão, Excesso De Prazo Na Formação Da Culpa, Contemporaneidade Da Prisão Preventiva, Desclassificação (lesão Corporal), Autoria E Materialidade, Limites Do Habeas Corpus, Princípio Da Razoabilidade, Princípio Da Homogeneidade

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Parties

DEIVID ALVES DOS SANTOS

Paciente

Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe

Autoridade Coatora

Ministério Público Federal

Manifestante

Procedural Posture

Habeas Corpus / Decisão Denegatória (stj)

  1. 1 legalidade e fundamentação da prisão preventiva
  2. 2 existência dos requisitos do art. 312 do CPP
  3. 3 possibilidade de substituição por medidas cautelares do art. 319 do CPP

Ratio Decidendi

A ordem foi denegada pois a prisão preventiva revelou fundamentação concreta nos autos, especialmente pela gravidade da conduta e modus operandi (tentativa de homicídio qualificado), mostrando-se necessária para garantia da ordem pública; as alegações de fragilidade probatória e de desclassificação demandam instrução criminal e não são passíveis de solução no habeas corpus; não se configurou excesso de prazo dado o regular andamento processual e a complexidade do caso, bem como atos e circunstâncias que justificaram a dilação temporal; a contemporaneidade da prisão manteve-se e circunstâncias pessoais favoráveis não bastam para revogação.