HC 1084957 - DECISAO
Não houve flagrante ilegalidade a justificar a concessão de ofício do habeas corpus, pois a prisão preventiva foi fundamentada de forma idônea na gravidade concreta dos fatos, na materialidade e indícios de autoria, na necessidade de garantia da ordem pública e proteção da vítima; as medidas do art. 319 do CPP foram consideradas insuficientes no caso concreto; e a alegada contradição entre decisões não foi examinada pelo tribunal a quo, inviabilizando seu conhecimento nesta Corte por supressão de instância.
- Parties
- Paciente: EDVALDO ANTÔNIO MOREIRA; Autoridade Coatora: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 13 April 2026
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento
- Outcome
- Não conheço do habeas corpus.
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Medidas Cautelares Alternativas, Violência Doméstica, Lei Maria Da Penha, Fundamentação Da Decisão
Case Brief
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Parties
EDVALDO ANTÔNIO MOREIRA
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS
Autoridade Coatora
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento
Legal Issues
- 1 adequação da prisão preventiva
- 2 fundamentação idônea do decreto prisional
- 3 possibilidade de substituição por medidas do art. 319 do CPP
Ratio Decidendi
Não houve flagrante ilegalidade a justificar a concessão de ofício do habeas corpus, pois a prisão preventiva foi fundamentada de forma idônea na gravidade concreta dos fatos, na materialidade e indícios de autoria, na necessidade de garantia da ordem pública e proteção da vítima; as medidas do art. 319 do CPP foram consideradas insuficientes no caso concreto; e a alegada contradição entre decisões não foi examinada pelo tribunal a quo, inviabilizando seu conhecimento nesta Corte por supressão de instância.
Court Disposition
Não conheço do habeas corpus.
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
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