HC 1070426 - DECISAO
A manutenção da prisão preventiva foi considerada válida porque as decisões de primeira instância e do Tribunal estadual fundamentaram a custódia em elementos concretos da investigação (apreensão de drogas, dados telemáticos, conversas, grande movimentação financeira e logística interestadual) que evidenciam a existência de organização criminosa e a periculosidade dos agentes; a participação do recorrente nas atividades financeiras demonstra sua integração e importância no grupo; medidas cautelares diversas da prisão mostraram-se insuficientes para resguardar a ordem pública e a instrução criminal; assim, não houve constrangimento ilegal e o habeas corpus não foi conhecido/provido.
- Parties
- Recorrente / Paciente: MAIKO PIRES MARINHO; Corréu: VITOR VINICIUS BEZERRA DE LIMA; Corréu: RODRIGO SILVA ARGEMIRO BORGES; Corréu: LUIS HOLMES DE OLIVEIRA GARCIA VIEIRA; Corréu: ENILDO JOSÉ KLINGER JUNIOR; Denunciante: Ministério Público do Estado de São Paulo; Manifestante / Parecerista: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 13 April 2026
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão De Mérito No Superior Tribunal De Justiça (não Conhecimento/decisão Sobre O Recurso)
- Outcome
- não conheço do habeas corpus (recurso não provido)
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Associação Para O Tráfico, Ordem Pública, Medidas Cautelares Diversas Da Prisão, Acordo De Não Persecução Penal (anpp), Periculum Libertatis, Fumus Commissi Delicti, Princípio Da Homogeneidade
Case Brief
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Parties
MAIKO PIRES MARINHO
Recorrente / Paciente
VITOR VINICIUS BEZERRA DE LIMA
Corréu
RODRIGO SILVA ARGEMIRO BORGES
Corréu
LUIS HOLMES DE OLIVEIRA GARCIA VIEIRA
Corréu
ENILDO JOSÉ KLINGER JUNIOR
Corréu
Ministério Público do Estado de São Paulo
Denunciante
Ministério Público Federal
Manifestante / Parecerista
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão De Mérito No Superior Tribunal De Justiça (não Conhecimento/decisão Sobre O Recurso)
Legal Issues
- 1 legalidade da prisão preventiva decretada contra o recorrente
- 2 existência de fundamentação concreta e individualizada para prisão preventiva
- 3 suficiência de medidas cautelares diversas da prisão
Ratio Decidendi
A manutenção da prisão preventiva foi considerada válida porque as decisões de primeira instância e do Tribunal estadual fundamentaram a custódia em elementos concretos da investigação (apreensão de drogas, dados telemáticos, conversas, grande movimentação financeira e logística interestadual) que evidenciam a existência de organização criminosa e a periculosidade dos agentes; a participação do recorrente nas atividades financeiras demonstra sua integração e importância no grupo; medidas cautelares diversas da prisão mostraram-se insuficientes para resguardar a ordem pública e a instrução criminal; assim, não houve constrangimento ilegal e o habeas corpus não foi conhecido/provido.
Court Disposition
não conheço do habeas corpus (recurso não provido)
Orders
- Publique-se
- Intimem-se
Full Case Text
Judgment text and source record
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