RHC 229767 - ACORDAO
A manutenção da prisão preventiva e a negativa de recorrer em liberdade foram mantidas porque se encontram fundamentadas em elementos concretos extraídos dos autos — histórico de violência doméstica, investidas contra a integridade física e psicológica da vítima e descumprimento de medidas protetivas —, preenchendo os requisitos do art. 312 e sendo autorizadas pelo art. 313, III, do CPP; o agravo regimental não trouxe fatos novos capazes de infirmar a decisão agravada; e o habeas corpus não é via adequada para revolvimento fático-probatório visando absolvição.
- Parties
- Agravante: JONATHAS EVANGELISTA DOS SANTOS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 29 April 2026
- Procedural Posture
- Agravo Regimental Em Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Julgamento Sessão Virtual (16/04/2026 a 22/04/2026)
- Outcome
- Agravo regimental desprovido.
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Violência Doméstica E Familiar Contra a Mulher, Descumprimento De Medidas Protetivas, Regime Semiaberto, Direito De Recorrer Em Liberdade, Habeas Corpus, Agravo Regimental
Case Brief
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Parties
JONATHAS EVANGELISTA DOS SANTOS
Agravante
Procedural Posture
Agravo Regimental Em Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Julgamento Sessão Virtual (16/04/2026 a 22/04/2026)
Legal Issues
- 1 Legalidade da manutenção da prisão preventiva após condenação em regime inicial semiaberto e negativa de recorrer em liberdade diante de histórico de violência doméstica e descumprimento de medidas protetivas
- 2 Compatibilidade entre regime inicial semiaberto e manutenção da prisão preventiva/negativa de recorrer em liberdade à luz do princípio da homogeneidade
- 3 Possibilidade de exame de alegada fragilidade probatória na via estreita do habeas corpus (reexame fático-probatório)
Ratio Decidendi
A manutenção da prisão preventiva e a negativa de recorrer em liberdade foram mantidas porque se encontram fundamentadas em elementos concretos extraídos dos autos — histórico de violência doméstica, investidas contra a integridade física e psicológica da vítima e descumprimento de medidas protetivas —, preenchendo os requisitos do art. 312 e sendo autorizadas pelo art. 313, III, do CPP; o agravo regimental não trouxe fatos novos capazes de infirmar a decisão agravada; e o habeas corpus não é via adequada para revolvimento fático-probatório visando absolvição.
Court Disposition
Agravo regimental desprovido.
Orders
- Negar provimento ao agravo regimental.
Full Case Text
Judgment text and source record
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