HC 1090952 - DECISAO
O habeas corpus foi parcialmente conhecido apenas quanto à alegação de excesso de prazo e, nessa parte, denegado; não se verificou excesso de prazo porque a demora decorreu da não apresentação do acusado pela administração penitenciária e não de desídia do Judiciário, e a prisão preventiva permanece devidamente fundamentada nos requisitos do art. 312 do CPP em razão da gravidade concreta evidenciada pela quantidade, diversidade e forma de acondicionamento dos entorpecentes, do local conhecido por tráfico e dos indícios de reiteração delitiva, sendo insuficientes as medidas cautelares diversas da prisão.
- Parties
- Paciente: LUIZ FELIPE PAPAE BARBOZA REIS; Órgão Julgador: Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 29 April 2026
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Impetração Perante O Superior Tribunal De Justiça Após Denegação Pelo Tribunal De Justiça Do Estado Do Rio De Janeiro
- Outcome
- Habeas Corpus parcialmente conhecido apenas quanto à alegação de excesso de prazo e, neste sentido, ordem denegada; mantida a prisão preventiva de LUIZ FELIPE PAPAE BARBOZA REIS
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Excesso De Prazo, Tráfico De Drogas, Medidas Cautelares, Princípio Da Razoabilidade, Princípio Da Duração Razoável Do Processo, Princípio Da Homogeneidade
Case Brief
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Parties
LUIZ FELIPE PAPAE BARBOZA REIS
Paciente
Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro
Órgão Julgador
Procedural Posture
Habeas Corpus / Impetração Perante O Superior Tribunal De Justiça Após Denegação Pelo Tribunal De Justiça Do Estado Do Rio De Janeiro
Legal Issues
- 1 excesso de prazo na formação da culpa
- 2 fundamentação da prisão preventiva nos termos do art. 312 do CPP
- 3 adequação de medidas cautelares diversas da prisão
Ratio Decidendi
O habeas corpus foi parcialmente conhecido apenas quanto à alegação de excesso de prazo e, nessa parte, denegado; não se verificou excesso de prazo porque a demora decorreu da não apresentação do acusado pela administração penitenciária e não de desídia do Judiciário, e a prisão preventiva permanece devidamente fundamentada nos requisitos do art. 312 do CPP em razão da gravidade concreta evidenciada pela quantidade, diversidade e forma de acondicionamento dos entorpecentes, do local conhecido por tráfico e dos indícios de reiteração delitiva, sendo insuficientes as medidas cautelares diversas da prisão.
Court Disposition
Habeas Corpus parcialmente conhecido apenas quanto à alegação de excesso de prazo e, neste sentido, ordem denegada; mantida a prisão preventiva de LUIZ FELIPE PAPAE BARBOZA REIS
Orders
- Manter a decisão que decretou e manteve a prisão preventiva do paciente
- Intimem-se
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